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Rumo ao Super Homem?

Quando lemos a citação da autora americana E.G.W., em que se fala acerca da razão fundamental pela qual os antediluvianos foram destruídos e deparamo-nos com as palavras “amálgama entre homens e bestas”, perguntamo-nos: o que ela quis dizer com isso? Em realidade, era o que se perguntavam as várias gerações de adventistas desde que ela escreveu isso, e são muitas as interpretações que foram elucidadas. Entretanto, hoje, já transpassado o início do século XXI, compreendemos este fato mais plenamente pela atuação da ciência ao nosso redor.

Em seu afã por prolongar a vida indefinidamente e transformar em realidade a mentira de Satanás a Eva, quando lhe disse “não morrerás”, o homem, e especialmente o cientista que está sendo financiado pelos laboratórios e outras entidades em que a ética perdeu sua razão, transformam seus conhecimentos para encontrar os caminhos que operem a mudança do homem em um “Super-Homem”. Uma ideia que, como vemos nos escritos de Ellen Gould White, origina-se de tão longe quanto os tempos anteriores ao dilúvio e que foi “ressuscitada” nos últimos duzentos anos quando Mary Shelley, espírita, escreveu junto com seu esposo a tão conhecida obra do Dr. Frankenstein – o primeiro transplantado moderno.

Desse modo, vemos a ciência tentando transformar a Criação de Deus aos seus caprichos e às necessidades dos cientistas atuais e de quem os contratam. Plantas com características de animais, animais com características humanas e vice-versa. Tudo para o “benefício da humanidade”, como se Deus tivesse deixado inconclusa a tarefa, esperando que os humanos a completassem. Hoje, tudo é transgênico: as plantas, os animais e, em breve, os humanos também serão. Se Deus não intervier antes. Vejamos um exemplo: pesquisadores da universidade de Pittsburgh e outros cientistas dos Estados Unidos criaram suínos transgênicos que produzem ácidos graxos Ômega 3 e que, portanto, são benéficos para a saúde cardíaca. Segundo publicou a revista Nature Biotechnology, os leitões foram clonados e se lhes introduziu o gene fat-1, responsável pela transformação de ácidos graxos Ômega 6 a 3, mais saudáveis para o consumo humano. E várias outras informações como esta nos dão mostra de como se está adaptando a natureza aos requerimentos da indústria.

Mas, os avanços mais horripilantes ainda não chegaram, pois se tratam de modificar o ser humano até que seja transformado em uma mistura entre o homem e as bestas, leiamos:

“Super-Homem voa e possui visão de raio-X, David Baner resistiu a enormes doses de radiação e transformou-se em Hulk e o Aquaman pode respirar debaixo d’água. Todavia, são as aves e as baleias quem percebem o campo magnético da Terra, as formigas é que podem levantar até cinquenta vezes seu peso, as pulgas quem dão saltos que equivalem a vários quilômetros nossos, as abelhas quem veem luz polarizada, e certas bactérias são resistentes à radiação. E todos estes heróis existem na realidade.

“Os animais possuem capacidades físicas e fisiológicas que causam inveja, mas ao invés de se perguntar o porquê desta série de “desvantagens” com que a Natureza nos castigou, a ciência está tratando de entender como fazer para utilizar estas habilidades animais para melhorar nossas vidas.

“É sabido que nosso olfato é bastante pobre. Os cachorros, por exemplo, possuem este sentido tão desenvolvido que são usados para rastrear pessoas ou animais a várias centenas de metros. Existe um gene – o Kv 1.3 – descoberto nos roedores e que os humanos também possuem que, se é bloqueado de alguma forma química ou genética, aumenta a sensibilidade olfativa entre 1.000 e 10.000 vezes. Os cientistas estão tratando de ver como bloqueá-la em nós.

“Os morcegos, por outro lado, possuem um ouvido tão tremendamente desenvolvido que não somente podem detectar o ultrassom, mas também podem medir distâncias voando a altíssima velocidade, graças à interpretação de frequência de eco de seus gritos ultrassônicos em movimento. Se o pavilhão auditivo humano – a orelha – fosse modificada de forma adequada, aumentaríamos muitíssimo nossa precisão diante dos sons ao nosso entorno, especialmente sobre a direção donde proviesse.

“De maneira similar, observa-se como fazem alguns animais, como as salamandras, lagartixas e caranguejos, para regenerar seus membros mutilados e outras partes do corpo que podem desprender para escapar e logo lhes volta a crescer.

“Esta capacidade, dependente das famosas stem cells ou células-mãe precursoras, está impedida em nós e em outros animais, já que nos adultos estas células estão diferenciadas; o que é necessário fazer é reverter esta diferenciação, por exemplo, nos mutilados, e assim regenerar o membro perdido. No Hospital Geral de Barcelona se utilizam estas células para a regeneração do osso quando de uma fratura. É um bom começo.

“Muitas aves migratórias podem sobreviver dormindo poucas horas em vários meses – assim podem voar durante muito mais tempo – enquanto que os golfinhos não dormem todo o mês posterior ao nascimento de sua prole. Há uma parte no cérebro humano que, sendo estimulada, lograria efeito similar em nós; teoricamente poderíamos dormir muito menos e render muito mais.

“Entre outras coisas que poderíamos fazer se dormíssemos menos seria nos maravilharmos com a formosura do bancos de coral do Caribe, ou com as incríveis profundidades oceânicas, mas há um probleminha: somos péssimos mergulhadores naturais, necessitamos de cilindros de ar e, ainda desse modo, nossa capacidade é pobre. As focas Weddel, diferentemente, podem mergulhar até 600 metros e podem reter o ar por 30 minutos; observa-se que estes animais derivam em grande parte fluxo sanguíneo para o cérebro e que seus músculos não sucumbem porque possuem uma grande quantidade de mioglobina (uma proteína irmã da hemoglobina que está nos músculos e proporciona-lhes um fornecimento extra de ar).

“Poderíamos falar de outras características animais que parecem super-poderes diante de nossas possibilidades físicas limitadas, no entanto, existe algo que o ser humano possui para sobreviver e adaptar o mundo às suas necessidades sem ter que ser um super-herói: o cérebro mais desenvolvido do reino animal.” Até aqui escreveu Esteban Cynowiec na revista NEO de Abril de 2006, as fantasias de muitos estão no caminho de se converter em realidade de acordo com os anúncios que acabamos de ler, todavia, se cremos na inspiração de Ellen Gould White, este pecado – a manipulação genética que ela chamou de “amálgama en-tre homem e bestas” – está nos conduzindo de forma acelerada à intervenção de Deus na Terra, pois está sendo modificada Sua imagem na humanidade. Para encerrar, recordemos o escrito da Serva do Senhor, de 1864, em sua totalidade:

“Se houve um pecado que, mais que outro, tornou necessária a destruição da raça humana por meio do dilúvio, foi o vil crime de amalgamação do homem e da besta, o qual deformou a imagem de Deus e causou confusão em todas as partes. Deus decidiu destruir esta raça poderosa e longeva que havia corrompido seus caminhos diante dEle… “Todas as espécies de animais que Deus havia criado foram preservadas na arca. As espécies mescladas que Deus não criou , e que foram o resultado da amalgamação foram destruídas pelo dilúvio.” (WHITE, E. Spiritual Gifts III,pp. 64 e75).

Daniel Cuccaro

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