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Estudos

6. Sai Dela Povo Meu – Um Chamado Para Sair de Babilônia

O último pedido de Deus às pessoas sinceras e justas é que deixem de fazer parte do que Ele chama de “A Grande Babilônia”: Apocalipse 18:2 e 4 – “Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios… Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participares dos seus flagelos.”

Surge então a pergunta: O que é Babilônia?

Se Deus faz este pedido é porque Ele através da sua palavra, a Bíblia, nos informa claramente de onde sair, porque sair e quando se esgotará o tempo de sair.

Gostaríamos de levá-lo pelo fascinante mundo das profecias, para descobrir o que Deus, com séculos de antecedência nos deixou revelado.

Como o objetivo é descobrirmos quem é Babilônia, de onde um grande número de pessoas, um povo, deve se retirar e porque Deus faz este pedido, teremos que analisar dois grandes livros proféticos das Sagradas Escrituras: no Velho Testamento o livro do profeta Daniel e no Novo Testamento o livro do profeta João, o Apocalipse. São apenas cinco capítulos: o capítulo dois e o sete de Daniel, o doze, o treze e o dezessete do Apocalipse.

Estudaremos estes capítulos, pois são eles que nos mostram, como se fosse um mapa inserido na história, o quebra-cabeças que, após montado, permite visualizar a localização exata onde nos encontramos e os passos seguintes a serem dados para desenterrarmos o tesouro prometido por Deus. Tanto Daniel quanto o Apocalipse são livros proféticos na sua essência, e estes capítulos, que analisaremos, dão o enfoque, no contexto da história universal, desde fatos ocorridos nos céus, passando pela antiguidade até os nossos dias, descrevendo com séculos de antecedência e com absoluta exatidão cada fase dos movimentos político-geográficos do mundo em que vivemos. Dedicar-nos-emos somente ao estudo desses capítulos por ser o nosso objetivo condensar o máximo possível as informações que Deus nos dá a respeito do mapa do tesouro, que Ele tem para dar a cada um de nós. Os demais capítulos desses dois livros proféticos, como a Bíblia num todo, tornar-se-ão de vital importância como complemento, e um constante e quase infinito compêndio de informações sempre objetivas para aqueles que querem e sonham com o maior prêmio posto à disposição de cada ser humano: a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

O prêmio que Deus oferece ao vencedor envolve todos os requisitos necessários para uma real felicidade: vida eterna, sem lágrimas nem dor.ICoríntios 2:9-”As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”

A coincidência dos fatos históricos com o que Deus previu com séculos de antecedência e, dos quais você passará a ter conhecimento a partir do estudo dessas profecias, lhe dará a certeza de que esta promessa de Deus é verdadeira.

A descrição dessas previsões na Bíblia, em muitos momentos é feita com muita ênfase, e ao interpretarmos o que Deus nos quer informar, também temos que usar do mesmo critério. Isso nos preocupa muito, pois não queremos de maneira alguma ofender, constranger, criticar quem quer que seja. Estamos apenas interpretando as profecias da mesma maneira que Deus as está revelando.

Antes de começarmos o estudo proposto, queremos salientar que Deus em todas as épocas da história, não deixou seu povo sem instruções acerca do seu futuro.

Citaremos a seguir alguns exemplos:

1º-Quando Deus convidou Abrão para ser o pai do Seu povo escolhido, os israelitas, disse: “Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas.” Gênesis 15:13 e 14 –

Como Deus havia profetizado, Jacó, neto de Abraão, com seus doze filhos, foi morar no Egito. Quando se tornaram numerosos, Faraó, com medo de serem os egípcios subjugados pelos hebreus, por decreto transformou-os em escravos. Assim se cumpriu o que havia sido profetizado. Passados os quatrocentos anos, Moisés foi enviado para libertá-los.

2º – Com cinco séculos de antecedência, através do profeta Daniel, Deus determinou a data em que Jesus iniciaria o seu ministério na terra, profetizando que Ele seria morto e que a cidade de Jerusalém seria destruída.

Daniel 9:25 – “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos.”

A ordem para restaurar Jerusalém foi dada pelo rei Artaxerxes no ano 457 a.C.. A profecia diz que até ao Ungido ( batizado), ao Príncipe, levaria sete semanas e sessenta e duas semanas, isto é, sessenta e nove semanas. Sete semanas são 49 dias e 62 semanas são 434 dias. Somados dão 483 dias proféticos, que é igual a 483 anos. 49 anos (sete semanas) é o que durou a reconstrução da cidade, dos seus muros e do templo. Foram 49 anos muito difíceis para o povo judeu até que concluíram as obras (em tempos angustiosos). Passados estes 49 anos, mais 434 anos, isto é, 483 anos após a ordem de Artaxerxes, Jesus, o Príncipe, foi batizado, e deu-se o início do seu ministério.

Ao somarmos 483 anos ao ano457 a.C., quando foi decretada a reconstrução de Jerusalém, chegamos ao ano 27 da nossa era, quando se realizou o batismo de Jesus.

A profecia continuou afirmando que: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que a de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” Daniel 9:26.

Depois de haver-se cumprido esse período de 483 anos, isto é, findo as sete semanas, mais as sessenta e duas semanas quando o Príncipe (Jesus) seria batizado (Ungido), o verso afirma: “…será morto o Ungido e já não estará.” Três anos e meio depois, Jesus foi crucificado e deixou de estar entre nós.

“… e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio.” Aproximadamente quarenta anos após a morte e ressurreição de Jesus, no ano 70 da nossa era, o exército romano (povo de um príncipe), destruiu a cidade de Jerusalém e o seu magnífico templo, exterminando a todos os seus habitantes, como num dilúvio.

“… e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” Até hoje continuamos em guerras e muitas desolações nos sobrevieram.

Muitos judeus estudiosos das profecias estavam aguardando o Messias para aquela época. Foram os que aceitaram a Jesus como o “Príncipe”.

Demos apenas o esboço, como exemplo, de algumas profecias já cumpridas.

A Bíblia está cheia de profecias das quais nenhuma delas deixou de se cumprir, e poucas faltam ainda para se cumprir!

Deus prometeu: “Eis que as primeiras predições já se cumpriram, e novas coisas vos anuncio; e, antes que sucedam, eu vo-los farei ouvir.” Isaias 42:9 .

O termo apocalipse está, principalmente, em manchetes, associado a catástrofes, mas o significado original em grego é “revelação”. João, o autor do livro do Apocalipse, escreveu: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João.” Apocalipse 1:1.

Deus promete: “Bem aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nelas escritas, pois o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3.

Se Deus promete bem-aventuranças a quem estuda as profecias, é porque elas são importantes e também porque são de fácil interpretação.

O mundo se encontra nos seus derradeiros dias: quase todos os acontecimentos previstos nas profecias para ocorrer na história deste mundo, antes da volta em glória de Jesus, se cumpriram. Deus já está pedindo: “sai dela povo meu.” Sair dela , é um dos passos a ser dado por quem se encontra em Babilônia, para conquistar o grande tesouro que Deus tem reservado aos seus escolhidos.

Se você deseja ouvir este pedido, prossiga conosco nesta análise profética, e com certeza ficará impressionado com a clareza em que são descritas, embora muitos ministros e o povo em geral declarem que as profecias de Daniel e do Apocalipse são mistérios incompreensíveis. Basta procurar dentro da Bíblia o significado de cada símbolo usado para que se monte o quebra-cabeça profético. Durante a análise verso a verso destes capítulos daremos o significado de cada símbolo e onde se encontram descritos dentro das Sagradas Escrituras.

Já no segundo capítulo que analisaremos, o capítulo 7 de Daniel, você terá conhecimento de quem é Babilônia, e nos três capítulos do Apocalipse as características deste poder serão reafirmadas e nos levarão a ter certeza de que não estamos errados.

Queremos fazer uma análise bem direta e condensada, mas que não deixe dúvidas, e que possa ser entendida.

NOTA: Ao estudarmos essas profecias nos depararemos com duas Babilônias, uma como sendo o Império da Babilônia, que existiu no passado, e outra, como sendo um poder existente no presente, do qual Deus pede para nos afastarmos.