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Estudos

Sacudidura – Uma Mistura de Gente

Que a graça de Jesus, o amor de Deus e a comunhão do espírito sejam convosco.

 Temos visto hoje em nosso meio, muitos apelos divinos para que nos tornemos ao verdadeiro Deus e O entreguemos nossa vida por completo. Há em nossos corações um ardente desejo de agir segundo a vontade de nosso Mestre, mas parece que algo ainda nos tem prendido a este mundo de trevas. Necessitamos conhecer o que nos tem afastado de nosso Criador, necessitamos um profundo exame de coração para ver onde está o erro e corrigi-lo enquanto ainda é tempo, pois a nossa redenção está perto, disse Jesus.

No passado, cerca de quatro mil anos atrás, o Senhor convocou um homem para seguir carregando a bandeira da verdade neste mundo em trevas. Esse homem chamava-se Abrão. Abrão morava na cidade de Ur dos caldeus, uma cidade localizada exatamente na região de Babilônia, poderia até se dizer hoje em dia que a cidade de Ur ficava na “região metropolitana” de Babilônia. Essa era uma cidade totalmente corrompida pela idolatria, pois o relato bíblico nos conta que até mesmo a família de Abrão se havia corrompido com a idolatria local. Fora então necessário Deus tirar para si alguém para que continuasse a linhagem santa, da qual viria um dia o libertador:

“ORA, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.” Gen 12:1-2

Deus então estabelece um pacto com Abrão e agora muda seu nome para Abraão que significa “Pai de muitas nações”, dizendo que lhe daria uma descendência como as estrelas do céu a qual ninguém poderia contar.

Abraão foi peregrino na terra de Canaã, terra a qual o Senhor prometeu que a daria por herança as suas gerações por todo o sempre. Porém, antes que isso se cumprisse o Senhor disse:

“Então disse a Abrão: Sabes, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, … E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia.” Gen 12:13,16

Deus desdobra então perante ele que sua descendência seria escravizada por quatrocentos anos e então depois disso seria dado essa terra ao povo escolhido de Deus. Essa foi a primeira profecia bíblica com data exata. E diz a escritura que “aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do SENHOR saíram da terra do Egito.” Exo 12:41, e agora Israel receberia essa terra por herança.

Esse povo escolhido liderado por Moisés e Arão saiu do meio do Egito com grandes evidências do poder divino. Deus havia agido com Sua mão poderosa para livrar Seu povo de Faraó. Pragas foram derramadas em juízo contra a iniqüidade e rebelião do povo Egípcio e agora ficara evidente diante de todas as nações que aquele povo era um povo abençoado.

De igual maneira Deus escolheu um povo nos últimos dias que levantaria sua bandeira, os tirou de Babilônia, e esse povo levaria ao mundo em trevas a luz da verdade. Esse povo também foi levantado por uma profecia de data exata, disse o Senhor a Daniel:

“E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Dn 8:14

 E no dia em que se cumpriu essa data, em 22 de outubro de 1844, o Senhor havia separado um povo para si. Tornando a história do antigo Israel diz assim:

“Assim partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar os meninos.” Exo 12:37

Existe um cálculo médio de que nesse dia saíram cerca de 3 milhões de pessoas da terra do Egito em peregrinação rumo ao deserto. Porém, nem todos eram Israelitas. No relato bíblico diz o seguinte:

“E subiu também com eles muita mistura de gente, com ovelhas, e bois, uma grande quantidade de gado.” Exo 12:38

Quem eram essa mistura de gente? O que faziam eles no meio do povo de Israel? Como vimos acima, Deus havia operado grandiosamente no Egito, e essas pessoas, ao verem a mão poderosa do Senhor em favor de Israel, se decidiram partir com eles para uma terra que mana leite e mel. Nesse povo haviam três classes de gente:

E partiram, “coisa de seiscentos mil de pé, somente de varões, sem contar os meninos. E subiu também com eles uma mistura de gente”. Êxo. 12:34-39. Nesta multidão havia não somente os que eram movidos pela fé no Deus de Israel, mas também um número muito maior dos que desejavam somente escapar das pragas, ou que seguiam o andar das multidões em movimento, meramente levados pela agitação e curiosidade. Esta classe foi sempre um estorvo e cilada para Israel.” (White, E. G. Patriarcas e Profetas. Casa Publicadora Brasileira, p. 281)

Vejamos então as três classes em destaque:

* Movidos pela fé: Muito do povo Egípcio e de outras nações que habitavam na terra do Egito, ao verem a mão poderosa do Senhor, creram de todo o coração, e aceitaram ao único Deus como o seu próprio Deus, e junto com Israel saíram para adorar em liberdade ao verdadeiro Deus.

* Desejavam somente escapar das pragas:  O maior número de pessoas que saíram com Israel pertenciam a essa classe. Com medo dos juízos divinos, se uniram a Israel, pois viam que as pragas atingiam o Egito todo menos os israelitas, e por medo se  juntaram a eles para fugir dos juízos divinos. Não criam verdadeiramente em Deus e nem estavam dispostos a se sacrificar por Ele. Estavam sempre prontos a murmurar contra Deus e contra os líderes escolhidos por Ele. Semelhantemente no Israel moderno, há também muitas pessoas que se unem aos santos apenas para fugir do juízo divino, mas a história de Israel nos mostrará qual será o fim desses.

* Levados pela agitação e curiosidade: Para entender melhor essa classe, vamos pegar um exemplo de nossos dias. Quando há algum protesto, ou alguma procissão, muitos dos que estão nesse movimento sabem o que está ocorrendo, mas há muitos que entram no meio meramente para ver o que vai acontecer, do que se trata, enfim, movidos pela curiosidade mesmo. Assim há também pessoas como essas que estão na caminhada do Israel moderno para a Canaã celestial.

No comentário do livro que lemos acima, a autora, cremos que sob inspiração divina, termina seu comentário dizendo que essa classe de “mistura de gente” foi sempre um “estorvo e cilada para Israel”. Centralizaremos agora nosso estudo nesse povo, e gostaria que cada um durante o estudo examine seu coração para ver se estamos fazendo parte dessa multidão, para que se caso estivermos, possamos nos arrepender enquanto ainda há tempo.

“A mistura de gente que com os israelitas subira do Egito era uma fonte contínua de tentação e dificuldades. Professavam ter renunciado à idolatria, e adorar o verdadeiro Deus; mas sua primitiva educação e ensino lhes haviam modelado os hábitos de caráter, e estavam mais ou menos corrompidos pela idolatria e irreverência para com Deus. Eram os que mais freqüentemente suscitavam contendas e os primeiros a queixar-se, e contaminavam o acampamento com suas práticas idólatras e murmurações contra Deus.” (White, E. G. Patriarcas e Profetas. Casa Publicadora Brasileira, p. 408)

No texto acima, vemos várias características desse povo. Professavam ter renunciado à idolatria, mas seus atos e obras não demonstravam isso. Também nós professamos ter renunciado à idolatria, mas temos vivido como verdadeiros adoradores de Deus, adorando-O em Espírito e em verdade? Temos nós sido reverentes para com Deus, ou temos deixado que a corrupção do mundo nos leve a apostasia e rebelião contra o Criador?

O Apóstolo Tiago em sua epístola, diz que o grande pecado do Israel moderno é a língua. Temos nós, como a “mistura de gente” suscitado contendas entre o povo de Deus e se queixado pela maneira que o Senhor tem dirigido Seu povo? Temos nós murmurado contra Deus? Se temos, já é hora de nos arrependermos de nossos pecados.

Essa classe está com o povo de Deus, mas não é do povo. Murmuradores, problemáticos, sempre movidos as praticas mundanas. As maiores apostasias que houveram na peregrinação de Israel foram lideradas pela “mistura de gente”.

A idolatria no Sinai de Exôdo 32.

“A ausência de Moisés foi um tempo de espera e apreensão para Israel. O povo sabia que ele subira ao monte com Josué, e havia entrado na nuvem de densas trevas que podia ser vista da planície abaixo, repousando sobre o pico da montanha, iluminado de quando em quando pelos relâmpagos da presença divina. Esperavam ansiosamente a sua volta. Acostumados como tinham estado no Egito com as representações materiais da divindade, fora-lhes difícil confiar em um ser invisível, e tinham vindo a depender de Moisés para lhes sustentar a fé. Agora ele lhes fora tirado. Dia após dia, semana após semana passavam-se, e ainda ele não voltava. Embora a nuvem ainda estivesse à vista, parecia a muitos no acampamento que seu chefe deles desertara, ou que fora consumido pelo fogo devorador. 

Durante este período de espera, houve tempo para meditarem na lei de Deus que tinham ouvido, e prepararem o coração para receber novas revelações que Ele lhes poderia fazer. Não tinham tempo demasiado para este trabalho; e se houvessem estado assim a procurar uma compreensão mais clara dos mandamentos de Deus, e a humilhar seus corações diante dEle, teriam sido protegidos contra a tentação. Mas não fizeram isto; e logo se tornaram descuidados, desatentos e desordenados. Era este o caso especialmente com a “mistura de gente”. Êxo. 12:38. Estavam impacientes por se verem em caminho para a Terra da Promessa, aquela terra que manava leite e mel. Era unicamente sob a condição de obediência que a bela terra lhes fora prometida; mas haviam perdido de vista esse fato. Alguns havia que sugeriam a volta para o Egito; mas a maior parte do povo estava decidida a não mais esperar por Moisés, quer fosse para seguir para Canaã quer fosse para voltar para o Egito. 

Sentindo o seu desamparo na ausência do dirigente, voltaram às suas velhas superstições. Aquela “mistura de gente” foram os primeiros a se entregarem à murmuração e impaciência, e foram os chefes da apostasia que se seguiu.” (White, E. G. Patriarcas e Profetas. Casa Publicadora Brasileira, p. 315 e 316)

Semelhante a apostasia que houve e há em nossa igreja, liderada pela mistura de gente que ao invés de meditar em Deus, procurar uma compreensão mais clara dos mandamentos de Deus, e humilhar seu coração diante dEle, preferem seguir adorando ao seu Baal pessoal, seja ele a televisão, as musicas mundanas, as diversões frívolas e tantas outras coisas que podem ser ídolos na nossa vida. Esses que não estão dispostos a largar tudo por amor a Cristo que tudo deu por nós, são os primeiros a liderarem as apostasias.

“Aqueles que se não haviam unido à apostasia, deviam tomar posição à destra de Moisés; os que eram culpados, mas que se arrependeram, ficariam à esquerda. A ordem foi obedecida. Verificou-se que a tribo de Levi não tomara parte no culto idólatra. Dentre outras tribos grande número havia dos que, embora houvessem pecado, exprimiam agora o seu arrependimento. Mas uma grande multidão, maior parte daquela mistura de gente que instigara a execução do bezerro, obstinadamente persistiu em sua rebelião. Em nome do “Senhor Deus de Israel”, Moisés agora ordenou àqueles à sua direita, que se haviam conservado inculpados de idolatria, que cingissem suas espadas e matassem a todos os que persistiam na rebelião. “E caíram do povo aquele dia uns três mil homens.” Êxo. 32:28. Sem consideração para com posição, parentesco ou amizade, os cabeças daquele ímpio motim foram eliminados; mas todos os que se arrependeram e se humilharam foram poupados.” (White, E. G. Patriarcas e Profetas. Casa Publicadora Brasileira, p. 324)

No texto acima vemos que uma tribo permaneceu fiel, a tribo de Levi, de quem saiu toda a linhagem de sacerdotes. Os 144 mil serão sacerdotes para Deus e para Cristo. Se queremos fazer parte desse povo não nos devemos unir a rebeliões apostasias, devemos aceitar como os levitas aceitaram, toda a palavra que sai da boca de Deus.

Ainda há tempo para os que se rebelam contra Deus se arrependerem. Agora é o momento em que Deus chama os que estão arrependidos para tomarem parte a Sua direita. Não pensemos que se continuarmos na condição que estamos, seremos possuidores da terra de Canaã. Não! Jamais! Os que se arrependerem e se humilharem diante de Deus serão poupados, o resto será destruído tão certamente como foram destruídos os líderes daquela rebelião.

De que classe de pessoas fazem parte aqueles que não estão dispostos a fazer as reformas de saúde, de vestuário, temperança? Vejamos abaixo:

Do Sinai a Cades

“Depois de três dias de viagem, ouviram-se francas queixas. Estas se originaram com a mistura de gente, muitos dentre a qual não se achavam unidos completamente com Israel e estavam continuamente a espreitar qualquer motivo de censura. Os queixosos não se agradavam com a direção da marcha, e estavam continuamente a achar defeito no modo como Moisés os estava a guiar, embora bem soubessem que ele, assim como todos, estavam seguindo a nuvem que os guiava. O descontentamento é contagioso, e logo espalhou-se pelo arraial. 

Novamente começaram a clamar pedindo carne para comer. Se bem que abundantemente supridos de maná, não estavam satisfeitos. Os israelitas, durante seu cativeiro no Egito, tinham sido compelidos a passar com o mais trivial e simples alimento; mas o bom apetite provocado pela privação e árduo trabalho tornava-o saboroso. Muitos dos egípcios, entretanto, que agora se achavam entre eles, tinham estado acostumados a regime farto; e estes foram os primeiros a queixar-se. Ao dar o maná, precisamente antes de Israel chegar ao Sinai, o Senhor lhes concedera carne em resposta aos seus clamores; mas esta lhes foi fornecida apenas um dia. 

Deus poderia tão facilmente tê-los provido de carne como de maná; impôs-se-lhes, porém, uma restrição, para o seu bem. Era Seu propósito supri-los de alimento mais adaptado às suas necessidades do que o regime estimulante a que muitos se haviam acostumado no Egito. O apetite pervertido devia ser posto em uma condição mais sadia, a fim de que pudessem usar o alimento originariamente provido ao homem: os frutos da Terra, que Deus dera a Adão e Eva no Éden. Foi por esta razão que os israelitas foram em grande medida privados do alimento cárneo.

Satanás tentou-os a considerar esta restrição como injusta e cruel. Fê-los cobiçar coisas proibidas, porque viu que a satisfação desenfreada do apetite tenderia a produzir a sensualidade, e por este meio o povo poderia ser mais facilmente submetido ao seu domínio.” (White, E. G. Patriarcas e Profetas. Casa Publicadora Brasileira, p. 377)

Na saída do Sinai em direção a Cades, três dias de viagem, novamente entra em cena a “mistura de gente”. Não estavam satisfeitos com o líder que Deus os dera. Semelhantemente há hoje pessoas que não estão satisfeitas aos conselhos de Deus por meio de Ellen White, embora tenham a certeza de que ela foi inspirada por Deus. Pedem carne quando Deus lhes quer dar o maná de cereais, frutas, nozes e verduras. Se rebelam contra as reformas que Deus pede. Satanás vê que isso tende a desviar o povo de Deus, e através do apetite levou o povo de Israel a ter sensualidade, o que resultou na apostasia em Cades-Barnéa, em que o povo teve que tornar ao deserto e ficar por mais quarenta anos. Não há mais tempo para deserto. Estamos peregrinando no deserto há quase 120 anos. Já é tempo de entrarmos na terra prometida. Estamos nós preparados?

O fim dos rebeldes encontra-se descrito no livro de Ezequiel 20:35-38:

“E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.”

O Juízo dos vivos está prestes a começar. O Senhor tem nos permitido provas para que sejamos purificados e estejamos aptos para entrar na terra da promessa, porém, os rebeldes não entrarão, serão sacudidos do meio do povo de Deus. Somente os limpos de coração lá entrarão.

“Compete-nos conhecer nossas deficiências e pecados específicos, que causam trevas e debilidade espiritual, e apagaram nosso primeiro amor. É o mundanismo? É o egoísmo? É o amor à vaidade pessoal? É a luta pela primazia? É o pecado da sensualidade que está intensamente ativo? É o pecado dos nicolaítas transformando a graça de Deus em lascívia? É o uso incorreto e abuso de grande luz, oportunidades e privilégios, fazendo afirmações jactanciosas de sabedoria e conhecimento religioso, ao passo que a vida e o caráter são incoerentes e imorais? Seja o que for que tenha sido acariciado e cultivado até tornar-se forte e dominante, fazei decididos esforços para vencer, do contrário estareis perdidos.” Review and Herald, 7 de junho de 1887.

“Por quarenta anos a incredulidade, murmurações e rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do moderno Israel na Canaã celeste. Em nenhum dos casos as promessas de Deus estiveram em falta. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo do Senhor que nos têm conservado neste mundo de pecado e dor por tantos anos.” (White, E. G. Mensagens Escolhidas Volume 1. Casa Publicadora Brasileira, p. 67-69)

Atendamos ao conselho da Testemunha fiel e verdadeira à igreja de Laodicéia enquanto ainda há tempo, pois a nossa redenção se aproxima.

Deus tenha piedade e misericórdia de nós pecadores.

Que o Senhor os abençoe.