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Estudos

Por que foi permitido o pecado?

“Deus é amor.” Sua natureza, Sua lei, é amor. Sempre foi assim; sempre será. “O alto e Sublime, que habita a eternidade,” “cujos caminhos são eternos”, não mudou. Como Ele “não há variação, nem sombra de mudança.”

Toda manifestação de poder criativo é uma expressão de amor infinito. A soberania de Deus envolve a plenitude de bênçãos a todos os seres criados. O salmista diz:

“O teu braço é armado de poder, forte é a tua mão, e elevada, a tua destra.

Justiça e direito são o fundamento do teu trono; graça e verdade te precedem.

Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó SENHOR, na luz da tua presença.

Em teu nome, de contínuo se alegra e na tua justiça se exalta, porquanto tu és a glória de sua força;…

Pois ao SENHOR pertence o nosso escudo, e ao Santo de Israel, o nosso Rei” (Salmos 89:13-18).

A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo de seu primeiro início no céu até a subversão final da rebelião e a erradicação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus.

O Soberano do universo não estava sozinho em Sua obra de beneficência. Ele tinha um Companheiro – um Co-operador que poderia apreciar Seus propósitos, e poderia partilhar Sua alegria em dar felicidade aos seres criados. “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Ela estava no princípio com Deus.” João 1:1, 2. Cristo, a Palavra, o único nascido de Deus, era um com o eterno Pai, – um em natureza, em caráter, em propósito, – o Único ser que poderia entrar em todos os conselhos e propósitos de Deus. “Seu nome será chamado Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.” Isa. 9:6. Suas “saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” Miquéias 5:2. E o Filho de Deus declara a respeito de Si mesmo: “O SENHOR Me possuía no início de Sua obra, antes de Suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida….quando compunha os fundamentos da terra; então, Eu estava por Ele, como um ternamente aparentado com Ele, e Eu era diariamente Seu deleite, regozijando sempre perante Ele” (Provérbios 8:22-30).

O Pai operou por Seu Filho na criação de todos os seres celestiais. “NEle, foram criadas todas as coisas,…sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dEle e para Ele” (Colossenses 1:16). Os anjos são ministros de Deus, radiantes com a luz sempre fluindo de Sua presença, e precisos em vôo rápido para executar Sua vontade. Mas o Filho, o ungido de Deus, a “expressa imagem de Sua pessoa”, “o resplendor de Sua glória”, “sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder”, mantém supremacia sobre todos eles. “Um alto e glorioso trono desde o início”, foi o lugar de Seu santuário; “cetro de justiça” o cetro de Seu reino (Hebreus 1:3, 8). “Honra e majestade estão diante dEle. Força e formosura estão, no Seu santuário.” Misericórdia e verdade vão diante de Sua face (Salmos 96:6; 89:14).

Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a alegria de todos os seres inteligentes depende de sua perfeita conformidade com os grandes princípios de justiça. Deus deseja de todas Suas criaturas um serviço de amor, – serviço que brota de uma apreciação de Seu caráter. Ele não tem prazer em uma obediência forçada; e para todos Ele garante livre arbítrio, para que eles possam render a Ele serviço voluntário.

Enquanto todos os seres criados aceitaram a lealdade do amor, houve perfeita harmonia através do universo de Deus. Era a alegria da hoste celestial cumprir o propósito de Seu Criador. Eles se deleitavam em refletir Sua glória e apresentar seu louvor. E enquanto o amor de Deus foi supremo, o amor de um por outro foi confiável e abnegado. Não havia uma nota de discórdia para macular as harmonias celestiais. Mas veio uma mudança sobre este feliz estado. Houve um que perverteu a liberdade que Deus havia assegurado às Suas criaturas. O pecado se originou com aquele que, após Cristo, havia sido o mais honrado de Deus, e fora o maior em poder e glória entre os habitantes do céu. Lúcifer, “filho da alva”, era o primeiro dos querubins cobridores, perfeito e incontaminado. Ele permanecia na presença do grande Criador, e os incessantes raios de Sua glória rodeando o eterno Deus, repousavam sobre ele. “Assim diz o Senhor Deus: Tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias… Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniqüidade em ti” (Ezequiel 28:12-15, 17).

Pouco a pouco Lúcifer começou a acariciar o desejo de auto-exaltação. A Escritura diz: ” Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor.”Tu dizias no teu coração: … acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono … serei semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:13,14). Embora toda a sua glória viesse de Deus, este poderoso anjo veio a considerá-la como pertencente a si mesmo. Não contente com sua posição, embora honrado acima da hoste celestial, ele se aventurou a cobiçar a homenagem devida somente ao Criador. Ao invés de procurar fazer Deus supremo nas afeições e lealdade de todos os seres criados, ele tornou seu objetivo assegurar seu serviço e lealdade para si mesmo. E cobiçando a glória com a qual o infinito Pai havia investido seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou o poder que era prerrogativa de Cristo apenas.

Agora a perfeita harmonia do céu estava quebrada. A disposição de Lúcifer de servir a si mesmo ao invés de seu Criador, despertou um sentimento de apreensão quando observada por aqueles que consideravam que a glória de Deus deveria ser suprema. No concílio celestial, os anjos pleitearam com Lúcifer. O Filho de Deus apresentou ante ele a grandeza, a bondade, e a justiça do Criador, e a sagrada, imutável natureza de Sua Lei. Deus mesmo havia estabelecido a ordem do céu; e em afastando-se dela Lúcifer iria desonrar seu Autor, e trazer ruína sobre si mesmo. Mas o aviso, dado em infinito amor e misericórdia, somente despertou um espírito de resistência. Lúcifer permitiu que seu ciúme de Cristo prevalecesse, e se tornou mais determinado.

Disputar a supremacia do Filho de Deus, desafiando assim a sabedoria e amor do Criador, tornou-se o objetivo deste príncipe dos anjos. Para este objetivo ele iria aplicar as energias daquela mente superior, a qual, abaixo da de Cristo, era a primeira entre as hostes de Deus. Mas aquele que havia feito a vontade de todas as suas criaturas livre, não deixou ninguém inadvertido do artificioso sofisma pelo qual a rebelião procuraria justificar-se a si mesmo. Antes que a grande luta se iniciasse, todos deveriam ter uma clara apresentação de Sua vontade, cuja sabedoria e bondade eram a fonte de toda sua alegria.

O Rei do Universo convocou as hostes celestiais ante Ele, para que, em sua presença Ele pudesse apresentar a verdadeira posição de Seu Filho, e mostrar a relação que Ele mantinha para com todos os seres criados. O Filho de Deus partilhava o trono do Pai, e a glória do Ser Eterno, auto-existente, rodeava a ambos. Em redor do trono acercaram-se os santos anjos, uma vasta, inumerável multidão – “dez mil vezes dez mil, e milhares de milhares” (Apocalipse 5:11), os mais exaltados anjos, como ministros e súditos, regozijando-se na luz que sobre eles incidia da presença da Divindade. Diante dos habitantes do céu reunidos, o Rei do céu declarou que ninguém além de Cristo, o único nascido de Deus, poderia entrar completamente em Seus propósitos, a Ele foi dado executar os poderosos conselhos de Sua vontade. O Filho de Deus havia operado a vontade do Pai na criação de todas as hostes do céu; e para Ele, assim como para Deus, sua homenagem e lealdade eram devidas. Cristo estava ainda para empregar poder divino na criação da terra e dos seus habitantes. Mas em tudo isto Ele não iria procurar poder ou exaltação para Si mesmo contrários ao plano de Deus, mas iria exaltar a glória do Pai, e executar Seus propósitos de beneficência e amor.

Os anjos alegremente reconheceram a supremacia de Cristo e se prostraram perante Ele, extravasando seu amor e adoração. Lúcifer se prostrou com eles; mas havia em seu coração um estranho, terrível conflito. Confiança, justiça e lealdade estavam lutando contra inveja e ciúme. A influência dos santos anjos pareceu por algum tempo levá-lo com eles. Assim que hinos de louvor acendiam em melodiosos acentos, ressoados por milhares de agradecidas vozes, o espírito de mal parecia subjugado; indescritível amor fremia todo o seu ser; sua alma era levada, em harmonia com os adoradores incontaminados em amor ao Pai e ao Filho, mas, então, novamente, ele era cheio com orgulho em sua própria glória. Seu desejo de supremacia retornou, e a inveja de Cristo foi uma vez mais acariciada. As altas honras conferidas a Lúcifer não foram apreciadas como um dom especial de Deus e, portanto, não trouxeram gratidão para com seu Criador. Ele se gloriava em seu brilho e exaltação, e aspirava ser igual a Deus. Ele era amado e reverenciado pela hoste celestial, anjos se deleitavam em executar suas ordens, e ele fora coberto com sabedoria e glória acima de todos eles. Mas ainda assim o Filho de Deus era exaltado acima dele, como um em poder e autoridade com o Pai. Ele partilhava os conselhos do Pai, enquanto Lúcifer não entrava assim nos propósitos de Deus. “Por que”, questionava este poderoso anjo, “deveria Cristo ter a supremacia? Por que é Ele honrado acima de Lúcifer?”

Deixando seu lugar na presença imediata do Pai, Lúcifer saiu para difundir o espírito de descontentamento entre os anjos. Ele trabalhou em misterioso segredo e por um tempo escondeu seu real propósito sob a aparência de reverência para com Deus. Ele começou a insinuar dúvidas concernentes as leis que governavam os seres celestiais, insinuando que embora as leis possam ser necessárias para os habitantes dos mundos, os anjos, sendo mais exaltados, não necessitavam de tal restrição, porque sua própria sabedoria era um guia suficiente. Eles não eram seres que poderiam trazer desonra para Deus; todos os seus pensamentos eram santos; não havia maior possibilidade para eles errarem do que para Deus mesmo. A exaltação do Filho como igual ao Pai foi representada como uma injustiça a Lúcifer, que, como era reclamado, era também designado para reverência e honra. Se este príncipe dos anjos pudesse atingir sua verdadeira, exaltada posição, grande bem adviria a toda hoste do céu; pois era seu objetivo assegurar liberdade para todos. Mas agora mesmo a liberdade a qual eles haviam até ali desfrutado chegara ao final; porque um governador ditatorial havia sido colocado sobre eles, e todos deveriam render homenagem a sua autoridade. Tais eram os subversivos enganos que através dos encantamentos de Lúcifer estavam rapidamente ganhando terreno nas cortes celestiais.

Não houve nenhuma mudança na posição ou autoridade de Cristo. A falsa representação e inveja de Lúcifer, e seus reclamos a igualdade com Cristo, tornaram necessário uma apresentação da verdadeira posição do Filho de Deus; mas esta tinha sido a mesma desde o princípio. Muitos dos anjos estavam, entretanto, cegados pelos enganos de Lúcifer.

Tomando vantagem da amorável, leal confiança depositada nele pelos seres santos sob o seu comando, ele tinha tão artificiosamente introduzido em suas mentes sua própria desconfiança e descontentamento que sua operação não foi discernida. Lúcifer tinha apresentado os propósitos de Deus em uma falsa luz – mal interpretando e distorcendo-os para excitar dissensão e descontentamento. Ele habilmente guiou os seus ouvintes adiante para dar expressão aos seus sentimentos; então estas expressões eram repetidas por ele quando serviam ao seu propósito, como evidência de que os anjos não estavam completamente em harmonia com o governo de Deus. Enquanto ele se dizia perfeitamente leal a Deus ele argüia que eram necessárias mudanças na ordem e leis do céu para estabilidade do governo divino. Assim, enquanto trabalhando para excitar oposição a lei de Deus e para introduzir seu próprio descontentamento na mente dos anjos sob seu comando, ele estava professadamente procurando remover a insatisfação, e reconciliar anjos desafeiçoados para a ordem do céu. Enquanto secretamente fomentando discórdia e rebelião, ele, com perfeita habilidade fazia aparecer como se seu único propósito fosse promover lealdade, e preservar harmonia e paz.

O espírito de insatisfação, assim acariciado, estava fazendo sua obra maléfica. Enquanto não houve rebelião aberta, a divisão de sentimentos cresceu imperceptivelmente entre os anjos. Haviam alguns que olhavam com favor as insinuações de Lúcifer contra o governo de Deus. Embora eles houvessem até ali estado em perfeita harmonia com a ordem a qual Deus havia estabelecido, eles estavam agora descontentes e infelizes porque não podiam penetrar Seus imperscrutáveis conselhos; eles estavam insatisfeitos com o Seu propósito em exaltar a Cristo. Estes estavam prontos para a segunda demanda de Lúcifer por autoridade igual a do Filho de Deus. Mas os anjos que eram leais e verdadeiros mantiveram a sabedoria e justiça do decreto divino, e se empenharam em reconciliar este desafeiçoado ser a vontade de Deus. Cristo era o Filho de Deus; Ele havia sido um com Ele antes que os anjos fossem chamados à existência. Ele havia sempre estado a mão direita de seu Pai; sua supremacia, tão cheia de bênçãos para todos que viessem sob seu benigno controle, não havia sido até ali questionada. A harmonia do céu nunca havia sido interrompida; por qual razão haveria de haver agora discórdia? Os anjos leais podiam ver apenas conseqüência terríveis decorrentes desta dissensão, e, com sinceras súplicas, eles aconselharam os desafeiçoados a renunciar seu propósito, e mostrarem-se leais a Deus pela fidelidade ao Seu governo.

Em grande misericórdia, de acordo com o Seu divino caráter, Deus suportou longamente a Lúcifer. O espírito de descontentamento e desafeição nunca havia sido antes conhecido no céu. Era um elemento novo, estranho, misterioso, inexplicável. Lúcifer mesmo não havia ao princípio se inteirado da real natureza de seus sentimentos; por um tempo ele havia temido expressar as idéias e imaginações de sua mente; ainda sim ele não as abandonou. Ele não via para onde estava se encaminhando. Mas esforços tais quais somente o amor e a sabedoria infinitos poderiam conceber, foram feitos para convencê-lo de seu erro. Provou-se ser sua desafeição sem causa, e ele foi levado a ver qual seria o resultado de persistir em revolta. Lúcifer foi convencido de que estava em erro. Ele viu que “o Senhor é justo em todos os Seus caminhos, e Santo em Suas obras” (Salmos 145:17); que os estatutos divinos são justos, e que ele deveria reconhecê-los como tais ante todo o céu. Houvesse ele feito isso, ele poderia ter salvo a si mesmo e a muitos anjos. Ele não havia até aquele momento abandonado completamente sua lealdade a Deus. Embora ele houvesse perdido sua posição como um querubim cobridor, caso ele houvesse desejado retornar para Deus, e conhecendo a sabedoria do Criador e satisfeito com ocupar o lugar apontado para ele no grande plano de Deus, ele poderia ter sido reintegrado ao seu posto. Havia chegado o tempo para uma decisão final; ele deveria render-se completamente a soberania divina ou colocar a si mesmo em rebelião aberta. Ele chegou próximo de decidir retornar, mas o orgulho o impediu. Era um sacrifício muito grande para quem havia sido tão altamente honrado confessar que ele havia estado em erro, que sua imaginações eram falsas, e render-se à autoridade a qual ele havia estado trabalhando para provar ser injusta.

Um compassivo Criador, em terno anseio de misericórdia por Lúcifer e seus seguidores, estava buscando trazê-los novamente do abismo de ruína no qual eles estavam para imergir. Mas Sua misericórdia foi mal interpretada. Lúcifer apontou a longanimidade de Deus como uma evidência de sua própria superioridade, e indicação de que o Rei do universo iria ainda ceder aos seus reclamos. Se os anjos pudessem permanecer firmemente com ele, ele declarou, ele poderia ganhar ainda todos os que ele quisesse. Ele defendeu persistentemente seu próprio caminho, e comprometeu-se completamente com o grande conflito contra o seu Criador. Foi assim que Lúcifer, “o portador de luz”, o participante da glória de Deus, o assistente de Seu trono, tornou-se pela transgressão Satanás, “o adversário” de Deus e dos seres santos, e o destruidor daqueles os quais o Céu havia confiado à sua guia e guarda. Rejeitando com desdém os argumentos e súplicas dos anjos leais, ele os acusou de serem escravos iludidos. Ele declarou ser a preferência demonstrada por Cristo um ato de injustiça tanto para com eles quanto para com toda a hoste celestial, e anunciou que ele não mais iria se submeter a esta invasão dos direitos seus e deles. Ele nunca mais reconheceria a supremacia de Cristo. Ele tinha determinado reclamar a honra a qual deveria ter sido dada a ele, e liderar todos que quisessem tornar-se seus seguidores; e prometeu àqueles que ingressassem em suas fileiras um governo novo e melhor, sob o qual iriam desfrutar liberdade. Grande número de anjos externaram seu propósito de aceitá-lo como líder. Lisonjeado pelo favor com o qual suas propostas eram recebidas, ele ansiou ganhar todos os anjos para o seu lado, para tornar-se igual a Deus, e ser obedecido por toda a hoste do céu.

Os anjos leais ainda procuraram persuadir ele e seus simpatizantes para se submeterem à Deus; e colocaram perante eles os resultados inevitáveis de sua recusa: Aquele que os havia criado poderia subverter seu poder, e punir de maneira assinalada sua desafiadora rebelião. Nenhum anjo poderia com sucesso opor-se à lei de Deus, qual era tão sagrada como Ele mesmo. Eles advertiram a todos a cerrar seus ouvidos contra o raciocínio enganoso de Lúcifer, e procuraram persuadir ele e seus seguidores a procurar a presença de Deus sem demora, e confessar seu erro de questionar Sua sabedoria e autoridade.

Muitos estavam dispostos a atender este conselho, arrependendo-se de sua desafeição e buscando novamente serem recebidos no favor do Pai e de Seu Filho. Mas Lúcifer tinha pronto outro engano. O poderoso rebelde declarou agora que aqueles anjos que se haviam unido com ele haviam ido longe demais para voltar; que ele estava familiarizado com a lei divina, e sabia que Deus não iria perdoar. Ele declarou que aqueles que fossem se submeter à autoridade do Pai seriam despojados de sua honra, degradados de sua posição. Por ele, estava determinado a nunca mais reconhecer a autoridade de Cristo. A única alternativa restante para ele e seus seguidores, ele disse, era declarar enfaticamente sua liberdade, e obter pela força os direitos que não lhes haviam sido concedidos voluntariamente.

No tocante a Satanás mesmo e seu envolvimento, era certo que ele havia agora ido longe demais para voltar. Mas assim não era para com aqueles que haviam sido cegados por seus enganos. Para eles os conselhos e súplicas dos anjos leais abriram uma porta de esperança; e houvessem eles atendido à advertência, eles poderiam ter se libertado dos enganos de Satanás. Mas foi permitido que o orgulho, amor por seu líder, e o desejo de uma liberdade irrestrita, ganhassem domínio, e os rogos de divino amor e misericórdia foram finalmente rejeitados.

Deus permitiu a Satanás levar adiante sua obra até que o espírito de desafeição irrompeu em ativa revolta. Era necessário que seus planos fossem completamente desenvolvidos, para que sua verdadeira natureza e tendência pudessem ser vistos por todos. Lúcifer, como o querubim ungido, havia sido altamente exaltado; ele era grandemente amado pelos seres celestiais, e sua influência sobre eles era forte. O governo de Deus incluía não somente os habitantes do céu, mas também todos os mundos que Ele havia criado; e Lúcifer tinha concluído que se ele pudesse levar os anjos do céu com ele em rebelião, ele poderia levar também os mundos. Ele tinha habilmente apresentado seu lado da questão, empregando o sofisma e a fraude para assegurar seus objetivos. Seu poder para enganar era muito grande. Disfarçando-se a si mesmo em um manto de falsidade, ele tinha obtido vantagem. Todas as suas ações eram envoltas em mistério, de maneira que era difícil para os anjos visualizar a verdadeira natureza de sua obra. Até que estivesse completamente desenvolvida, ela não poderia aparecer como a coisa má que era; sua desafeição não poderia ser vista como rebelião. Mesmo os anjos leais não poderiam discernir completamente seu caráter, ou ver para onde sua obra estava conduzindo.

Lúcifer havia conduzido primeiramente suas tentações de maneira que ele mesmo permanecia não comprometido. Os anjos os quais não podia levar completamente para o seu lado, ele acusava de serem indiferentes aos interesses dos seres celestiais.  Da obra que ele mesmo estava fazendo acusou os anjos leais. Era sua política causar perplexidade com argumentos sutis concernentes aos propósitos de Deus. Tudo o que era simples ele envolvia em mistério, e por habilidosa perversão lançava dúvida sobre as mais claras declarações de Jeová. E sua alta posição, tão intimamente conectada com o governo divino, dava maior força às suas representações.

Deus poderia empregar somente meio tais que seriam consistentes com a verdade e a justiça. Satanás poderia usar aquilo que Deus não poderia – lisonja e dissimulação. Ele tinha buscado falsificar a palavra de Deus, e tinha representado falsamente Seu plano de governo, declarando que Deus não era justo em impor leis sobre os anjos; que em requerer submissão e obediência de Suas criaturas, Ele estava buscando meramente a exaltação de Si mesmo. Foi necessário então demonstrar diante dos habitantes do céu, e de todos os mundos, que o governo de Deus era justo, sua lei perfeita. Satanás tinha feito parecer que ele mesmo estava buscando promover o bem do universo. O verdadeiro caráter do usurpador, e seu real objetivo, deveriam ser entendidos por todos. Ele deveria ter tempo para manifestar a si mesmo por meio de suas obras ímpias.

A discórdia a qual seu próprio caminho havia causado no céu, Satanás lançou sobre o governo de Deus. Todo o mal declarou ele ser o resultado da administração divina. Ele declarou que era seu próprio objetivo melhorar os estatutos de Jeová. Então Deus permitiu a ele demonstrar a natureza de suas declarações, para mostrar o resultado de suas mudanças propostas na lei divina. Sua própria obra deveria condená-lo. Satanás havia primeiramente declarado que ele não estava em rebelião. O universo todo deveria ver o enganador desmascarado.

Mesmo quando Satanás foi lançado do céu, a Infinita Sabedoria não o destruiu. Uma vez que apenas o serviço de amor pode ser aceitável a Deus, a lealdade de Suas criaturas deve repousar sobre Sua justiça e benevolência. Os habitantes do céu e dos mundos, seres despreparados para compreender a natureza ou conseqüências do pecado, não poderiam ter visto a justiça de Deus na destruição de Satanás. Houvesse ele tido sua existência imediatamente apagada, alguns teriam servido a Deus por medo ao invés de por amor. A influência do enganador não teria sido completamente destruída, nem o espírito de rebelião teria sido completamente  erradicado. Para o bem de todo o universo através das incessantes eras, ele deveria desenvolver completamente seus princípios para que suas acusações contra o governo divino pudessem ser vistas em sua verdadeira luz por todos os seres criados, e a justiça e a misericórdia de Deus e a imutabilidade de Sua lei pudessem ser colocados para sempre fora de qualquer questão.

A rebelião de Satanás deveria ser uma lição para todo o universo através de todas as eras por vir – um testemunho perpétuo da natureza do pecado e seus terríveis resultados. O desenvolvimento do governo de Satanás e seus efeitos sobre homens e anjos, deveriam mostrar qual deveria ser o fruto de deixar de lado a autoridade divina. Ele iria testificar que, com a existência do governo de Deus, está relacionado o bem estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim a história desta terrível experiência de rebelião deveria ser uma salvaguarda perpétua para todos os seres santos, para evitar serem eles enganados quanto a natureza da transgressão, para salvá-los de cometer pecado, e sofrer sua penalidade.

Aquele que governa nos céus é Aquele que vê o fim desde o princípio – Aqueles ante o qual tanto os mistérios do passado quanto do futuro estão expostos, e que, para além do ai e trevas e ruína que o pecado trouxe, contempla o cumprimento de Seus próprios propósitos de amor e bênção. Embora “Nuvens e escuridão o rodeiam, justiça e juízo são a base do seu trono” (Salmos 97:2). E isto os habitantes do universo, tanto leais quanto desleais, irão um dia entender. “Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (Deuteronômio 32:4).

Pela palavra de Deus foram feitos os céus; e toda a sua hoste pelo sopro de Sua boca.