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Estudos

A Obra de Convencimento do Pecado

Descrevendo aos discípulos a obra oficial do Espírito Santo, Jesus procurou inspirar-lhes a alegria e esperança que Lhe animavam o próprio coração. Regozijava-Se Ele pelas abundantes medidas que providenciara para auxílio de Sua igreja. O Espírito Santo era o mais alto dos dons que Ele podia solicitar do Pai para exaltação de Seu povo. Ia ser dado como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum proveito teria sido… É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. (O Desejado de Todas as Nações, 671 – EGW – Casa Publicadora Brasileira).

A maior e mais importante obra do Espírito como vimos em nosso último estudo, é conceder vida para nós que estamos mortos em nossos pecados; esta obra tem efeito em nossas vidas, partindo de três premissas fundamentais que farão com que tal obra seja concluída em nossos corações: “Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que eu vá, porque se eu não for o Consolador não virá a vós; mas se eu for eu vo-lo enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.” (João16:7 e 8). Antes de avançarmos no entendimento do que seria esse convencimento do pecado, da justiça e do juízo, cabe aqui um questionamento: poderíamos concluir que o Espírito Santo não havia estado presente na Terra, que ele não havia sido dado, uma vez que o texto lido diz “quando ele vier”? Vemos pela Palavra que o Espírito de Deus já estava atuando no homem desde os tempos antigos, mas com uma diferença, essa atuação não era em Sua plenitude, como um rio fluindo muitas águas: “…Se alguém tem sede , que venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão de seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nEle cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por Jesus não ter sido glorificado.” (João7:37-39). João Batista referindo-se a experiência de Cristo afirmou: “E eu, em verdade vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” (Mat.3:11). A diferença entre o que Jesus dizia para os discípulos do Espírito Santo que seria enviado e da ação desse mesmo Espírito no antigo testamento, é que a promessa de Jesus era de que esse derramamento do Espírito seria pleno, um batismo verdadeiro, um derramamento coletivo do Espírito Santo de Deus, como foi no dia de Pentecostes. Mas por que o Espírito foi derramado dessa forma apenas depois da morte e ressurreição de Jesus?

A Bíblia nos apresenta na experiência do povo de Israel no deserto um exemplo do que isso representa: O povo caminhava pelo deserto e porque tinham sede começaram a clamar para Moisés da falta de água. Quando Moisés levou a Deus a reclamação do povo, Ele ordenou que Moisés ferisse a rocha diante do povo e que dela sairia abundantes águas para saciar a sede do povo. Ao Moisés em obediência a Deus ferir a rocha, ela verteu água em abundância e o povo bebeu daquela água saída da rocha. Como sabemos, “a pedra era Cristo” (I Coríntios 10:4), que os acompanhava no deserto. A rocha precisou ser ferida para que a água jorrasse saciasse a cede do povo. Jesus precisou ser ferido e finalmente morrer, para que a água da vida jorrasse sobre a igreja, saciando a necessidade que a igreja tinha do batismo do Espírito Santo assim como aquele povo recebeu o batismo coletivo na rocha que era um tipo de Cristo.

Podemos perceber entendendo o que vimos acima a relação importante que há entre o Ministério de Jesus e a ação desse precioso dom (o Espírito Santo) em nossas vidas. Pois se bem é certo que Jesus precisou morrer para que o Espírito fosse dado, também é verdade que se não permito que o Espírito atue como regenerador em minha vida, trazendo vida nova em meu ser, é como se o sacrifício de Cristo não estivesse sendo recebido com nenhum proveito em minha vida, pois como vimos no primeiro texto lido desse estudo “é o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo”. Enquanto Jesus estava no mundo, os discípulos não sentiam necessidade do Espírito, pois Jesus estava “com” os discípulos e eles se sentiam completamente satisfeitos com a presença pessoal de Jesus. Mas o próprio Senhor Jesus disse que era melhor que Ele partisse, pois após a cruz, a ressurreição e Sua ascensão, a esta obra ganharia uma amplitude ainda maior, deixando Jesus de estar conosco para estar “em nós”, como se deu neles: “O Espírito da verdade que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós.” (João 14:17).

            A primeira grande obra do Espírito é despertar em nós a necessidade de Jesus, de Sua expiação em nosso favor, operando para retirar o nosso pecado, primeiramente como indivíduos e também como um corpo, Sua igreja. E ele faz isso convencendo “do pecado, porque não crêem em mim;” (João 16:9). E o que a Bíblia nos diz ser pecado? A resposta mais comum que ouvimos é a seguinte – Pecado é transgressão da Lei, porque está escrito: “Qualquer que comete o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei.” (1João 3:4). Existe ainda outra definição de pecado e que também é bíblica: “…tudo o que não provém da fé é pecado” (Rom.14:23). Esta é a condenação. Somos pecadores, transgressores da lei de Deus por não crermos e ainda por não confiarmos em Cristo como o meio que Deus providenciou para nossa reconciliação com Ele e para termos nova vida nEle; se crêssemos, teríamos a vitória sobre o pecado, pois “tudo é possível ao que crê” (Marcos 9:23).

“A fé opera pelo amor” (Gal.5:6). Precisamos entender que fé, crença, confiança, são atributos que estão relacionados com o amor, como o texto de Gálatas menciona. Por isso vimos que tudo o que não é de fé é pecado. Cabe aqui uma ilustração. Imaginemos uma pessoa que ajuda o seu vizinho a cortar grama. Seria isso uma boa obra ou uma má obra, um ato pecaminoso ou uma ação de justiça? Naturalmente diríamos que isso é uma obra boa. Mas o texto de Romanos que diz que “tudo o que não provém de fé é pecado” nos faz pensar e respondermos um “depende” para esta ilustração. Se a pessoa que corta a grama, está cortando porque o vizinho é rico e pensa que isso pode lhe ajudar em algo, poderíamos dizer que essa ação não é exatamente uma boa obra, pois a intenção dele não é boa. Assim, concluímos que no mundo espiritual nossa fé tem que ver com as nossas intenções, com os nossos motivos. O que me leva a crer em Jesus? Por que vou à igreja? Porque amo a Jesus!? Porque amo encontrar-me com meu Senhor e estudar a Sua Palavra!? Ou porque devo cumprir com minha obrigação de “bom” cristão!?

A fé é mais que o assentamento mental, está relacionada com o coração, pois como estudamos anteriormente, em João 2:23-25 havia um povo que cria em Jesus mas que o próprio Senhor Jesus não confiava neles, pois sabia o que ia dentro do coração deles. E confirmamos pela Palavra que do nosso coração não saem coisas boas, “Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.” (Marcos 7:21-23). A loucura e todos os demais pecados estão dentro de mim, dentro do meu coração. Quando encontramos que a Palavra de Deus me convida a sair de Babilônia (Apocalipse 18:4), isso significa fugir de mim mesmo, do meu “eu não santificado”.

Havia um ermitão, que era muito impaciente e sempre se desentendia com as pessoas por qualquer coisa, até que um dia resolveu se isolar em uma montanha bastante longe da civilização que vivia. Em uma manhã, pegou um cântaro vazio e foi até o rio mais próximo para encher o cântaro de água. Quando foi apoiar o cântaro em uma pedra para deitá-lo sobre a água, o cântaro escorregou e caiu. Ele pegou o cântaro novamente e repetiu os mesmo movimento e novamente o cântaro caiu. Perdendo a paciência, o Ermitão, pegou o cântaro com bastante ira e com toda a sua força colocou o cântaro sobre a pedra fazendo com que o vaso quebrasse. Imediatamente ele olhou ao seu redor procurando alguém para descontar a raiva e lançar a culpa. Foi então que ele percebeu que estava só e descobriu que na verdade, não adiantava ele se isolar em lugar nenhum, fugir do problema se o problema era ele mesmo.

O maior perigo vem de dentro de nós: “Ninguém ao ser tentado, diga: de Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tia.1:13-15). A cobiça (concupiscência) é relatada no último mandamento da lei de Deus, e é idolatria, que é exatamente o tema do primeiro mandamento. Ou seja, o problema do pecado está intimamente relacionado com o egoísmo, o desejo de fazer a minha vontade, tornando o meu “eu” não apenas o centro, mas um deus em minha vida, vivendo para satisfazermos nossos gostos. Quando Caim irou-se fortemente, decaindo seu semblante ao ter Deus aceitado o sacrifício de Abel e não ter aceitado o dele, Deus disse a Caim : “ Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se fizeres bem, não haverá aceitação para ti ? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, mas a ti cumpre dominá-lo.”(Gen.4:5-7). Por isso a necessidade de limpeza na fonte do nosso coração para que a corrente possa se tornar pura. Quando desejamos purificar a água de um poço que esteja contaminada, não adianta apenas comprarmos um filtro. Ele apenas resolve o problema momentaneamente, pois todas as vezes que formos tomar água, esta deve ser filtrada, pois a água em si continuará contaminada. Se quisermos que a água do poço esteja purificada, precisa ser feita uma limpeza diretamente na fonte. Sendo assim entendemos que a vida cristã não é apenas um melhoramento ou uma modificação da vida antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu, e do pecado, e uma vida completamente nova. Essa mudança só é efetuada mediante a poderosa operação do Espírito Santo.

Muitos cristãos por não entenderem o que é o pecado, vêm sendo derrotados na luta contra o mesmo… “Porque eu sei que em mim, isto é na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo  da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? (Rom.7:18-24). Quantos de nós não temos lutado com esta experiência! Infelizmente a verdade é que muitos cristãos se perderão querendo ser bons cristãos! Não permitiram que a fonte do coração fosse purificada e se conformaram com uma vida de derrotas. Aquele que se esforça para alcançar o Céu por suas próprias forças em observar a lei, está tentando o impossível. Por isso Davi quando convencido de seu pecado rogou a Deus não somente o perdão do pecado, mas pediu a Deus: “Cria em mim ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.”(Salm.51:10). E nós também ao sentirmos nossa necessidade podemos ir a Jesus, que não somente nos receberá, mas falará das coisas do Reino de Deus, e sarará aos que sentem necessidade de cura (Luc.9:11).

Uma vida vitoriosa sobre o pecado seria possível para nós nas condições atuais que vivemos? O Padre Jesuíta Agostinho, após entregar a sua vida para a igreja, viveu durante anos fechado em um monastério, se flagelando, se sacrificando, julgando que dessa forma conseguiria subjugar as suas paixões carnais. Até que um dia saiu do monastério e esteve frente a frente com o pecado e então ele caiu. Voltou completamente triste para o monastério, se sentindo derrotado, e passou mais um bom tempo se flagelando, até que novamente a experiência se repetiu e ele caiu e dia e noite aquilo fica vindo como uma flecha atingindo a coração dele. Sendo assim, Agostinho formulou com base em sua experiência particular, uma teologia que é bastante aceita hoje no mundo cristão, conhecida como a teologia do “pecado original”, ou seja, é impossível vencermos complemente o pecado nessa vida. Mas o que a Bíblia nos ensina quanto a isso?

“Por que a graça de Deus se há manifestado, trazendo a salvação a todos os homens, ensinando-nos que renunciando à impiedade e as concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda a iniqüidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. Fala disto, e exorta, e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze.” (Tit.2:11-15).

“Ora àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para sempre. Amém!” (Jud.24 e 25).

“Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”. (Mateus 5:48)

Encontramos nas Sagradas Escrituras, textos bastante claros que não somente dizem que é possível vencermos o pecado, como apresentam isso em forma de promessa. Lembrando sempre que as promessas contidas no livro Sagrado são sempre apresentadas para os VENCEDORES.

A crença no poder transformador; A obra do Espírito Santo em nós é a única maneira pela qual venceremos o pecado “E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado”. (Rom.5:5); “No amor não existe medo; antes o perfeito amor lança fora o medo…” (1João 4:18); “…e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão.”(Heb.2:15) ; “Ora o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” (1Cor.15:56); “De maneira  que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne, porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebeste o espírito de escravidão,  para outra vez, estardes em temor, mas recebeste o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos : Aba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”(Rom 8:12-16).

“QUANDO ELE VIER CONVENCERÁ DE PECADO” –  “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”(1João1:9). Quando somos convencidos de pecado, o segundo passo é a obra de limpeza que lemos acima, a obra de purificação da fonte que está suja. Como isso ocorre?

Primeiramente vimos a necessidade que temos de nascer do Espírito, agora precisamos entender como continuar dependendo do Espírito para que de glória em glória (II Coríntios 3:18), essa limpeza seja realizada em nossa vida. E só há uma forma disso ocorrer e está é PERMANECENDO EM JESUS, pois ele é o Autor e Consumador; Justo e Justificador; o Princípio e o Fim. “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós…” (João 15:4); “Como, pois recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele.”(Col.2:6). Isso nos mostra que devemos a todo o momento estar ligados a Jesus, e isso unicamente pela fé, pois foi assim que recebemos a Jesus e é assim que precisamos continuar caminhando e permanecendo nEle. Mas como permanecer nEle pela fé? Como dependemos a cada momento de Jesus? ”De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Rom.10:17).

Quando você busca se relacionar com uma pessoa, primeiramente você precisa conhecê-la para que possa passar a confiar nela. No mundo espiritual, em nosso relacionamento com Deus, não é diferente. Quando experimentamos o milagre do novo nascimento, necessitamos agora diariamente conhecer mais e mais o nosso Pai celestial e para isso precisamos nos relacionar com ele. Existem 3 elementos básicos para se relacionar com uma pessoas de tal forma que você a conheça e possa aprender a confiar nela, sobre estes elementos nós estudaremos em breve no próximo estudo que continuará este tema.

Que Deus te abençoe!