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Estudos

Liberdade Religiosa no que Tange à União de Estado e Igreja – Capítulo 3

Por fatos bastante notáveis e experiências inquestionáveis, no caso do rei Nabucodonosor e os três jovens hebreus, foi tornado claro para sempre a divina verdade e princípio de que com a religião do povo nenhum mo­narca pode por direito ter nada que ver; de que diante do direito de individualidade em religião, a palavra do rei deve mudar.

Por fatos e experiências correspondentes, no caso do governo medo-persa contra Daniel, foi tornado cla­ra para sempre a divina vontade e verdade e o princípio de que com a religião do povo nenhuma lei, nem qualquer governo por meio da lei, pode por direito ter nada a ver; que diante do livre exercício da individualidade em reli­gião, qualquer lei atinente à religião nada é; e todo indivíduo que ignora e desconsidera absolutamente tal lei é “inocente” perante DEUS, e também nenhum “delito” há ante governo, lei ou sociedade.

Esses dois exemplos e os princípios que ilustram abrangem toda fase do governo terrestre como tal. E assim torna claro a grande e vital verdade de que a religião, com os seus ritos, instituições e observâncias, é to­talmente isenta, e deve ser totalmente isenta, de coerção de governos terrenos de qualquer fase ou forma; que re­ligião, com tudo quanto lhe diz respeito, pertence ao indivíduo somente em suas relações pessoais com DEUS.

Mas há outro meio pelo qual o homem buscou dominar o homem no reino da religião, ou seja, por meio da Igreja através do Estado.

Pessoas chamadas do mundo e separadas do mundo para DEUS são a Sua igreja no mundo. Quando DEUS chamou o Seu povo para fora do Egito, eles eram primeiramente “a igreja do deserto”; e, posteriormente, na terra de Canaã, eram a igreja ali.

Devido à sua dura cerviz, dureza de coração e cegueira de mente, eles tristemente perderam de vista o grande propósito de DEUS para eles como Sua igreja. Contudo, em Sua bondade e misericórdia, DEUS “suportou sua conduta no deserto”, e na terra de geração a geração. Assim, por muitas vicissitudes aquele povo tinha con­tinuado como a igreja até o tempoem que CRISTO, o SENHOR, veio habitar sobre a Terra. E, ao longo de todo esse tempo, essa igreja foi herdeira das mais gloriosas promessas de um amplo reino e domínio.

Ao tempoem que CRISTOveio à Terra como homem, o domínio e poder de Roma mantinham o povo da­quela igreja em severa e cruel sujeição temporal, e eles ansiavam pelo aparecimento do prometido Libertador. Esse Libertador havia sido abundantemente prometido, e finalmente veio. Mas os grandes da igreja tinham permi­tido que sua ambição mundana ocultasse seus olhos da espiritualidade do reino e do domínio que tinha sido prome­tido; e buscaram, e ensinaram as pessoas a aguardar um libertador político e temporal que desfaria o jugo de Roma, quebraria o seu poder e exaltaria a igreja do povo escolhido a uma posição de poder e domínio sobre as nações, correspondente ao que por tanto tempo havia sido mantido pelas nações sobre a sua.

Quando JESUS primeiro apareceu em Seu ministério público, esses grandes da igreja foram com as multi­dões que se reuniam em torno dEle e O ouviam com interesse, e esperavam que Ele cumprisse suas expectativas. Mas, quando viram o interesse e entusiasmo das multidões alcançar o ponto em que “queriam forçá-lo a ser rei”, e quando viram que JESUS, em lugar de aceitar a honra ou incentivar tal projeto, “retirou-se do meio deles”, viram também nisso que todas as suas ambiciosas esperanças de libertação do domínio de Roma, e de exaltação sobre as nações, eram inteiramente vãs no que dizia respeito a JESUS.

Por esse tempo a influência de JESUS junto às pessoas havia se tornado tão ampla e forte que os líderes eclesiásticos viram que o poder deles sobre as pessoas estava rapidamente desaparecendo. Em lugar de verem cumpridos ou sancionados seus ambiciosos planos e esperanças de poder e domínio mundanos, viram com desâ­nimo que o poder e influência que desfrutavam junto ao povo estavam em grande parte solapado; e isso devido a um homem nascido de grande obscuridade, que procedia de uma cidade da menor reputação e que, quando muito, era somente um membro particular da igreja! Algo precisava ser feito, e bem depressa, para preservar o lugar e dig­nidade deles. Era manifestamente tarde demais para pensar em ordená-Lo não pregar ou ensinar; por aquele tempo sabiam muito bem que não somente Ele, mas as próprias multidões, não dariam atenção a quaisquer proibições dessa natureza. Mas havia uma saída – um meio pelo qual manter sua posição e dignidade, e assegurar o poder deles sobre Ele e o povo. Na opinião deles sobre si próprios e sua posição, era algo muito fácil tornar sua posição e dignidade idênticas não só com a posição mas com a própria existência da igreja e mesmo da própria nação. Nes­se propósito, eles concluíram: “Se o deixarmos assim todos crerão nele; depois virão os romanos e tomarão não só o nosso lugar, mas a própria nação”. E “Desde aquele dia resolveram matá-lo”. (João 11:48,53).

No entanto, sujeitos como estavam à autoridade romana, não lhes era legal pôr homem algum à morte. Portanto, para realizar o seu propósito tinham que conseguir o controle do governo ou autoridade civil. Não importava que tal autoridade fosse romana; e não importava que essa autoridade romana, que odiavam acima de todas as coisas terrenas, e que não podiam, sob hipótese alguma, reconhecer; tudo isso devia ser esquecido na presença da terrí­vel alternativa de verem desaparecer o seu lugar e dignidade e poder na igreja.

Na igreja, os fariseus e herodianos postavam-se em polos opostos. Os herodianos eram assim chamados por serem partidários de Herodes. Eram os apologistas de Herodes em sua posição de rei da Judeia. Mas, sendo Herodes rei somente por designação direta de Roma, e permanecendo e se mantendo como rei pelo poder de Roma, ser alguém partidário e apologista de Herodes significava ser ainda mais partidário e apologista de Roma.

Os fariseus constituíam os exclusivamente justos da igreja. Eles representavam o partido extremo da igre­ja. Como tais, eram os conservadores da pureza da igreja, os representantes da mais verdadeira lealdade a DEUS e da antiga dignidade do povo escolhido. Como tais eram os dissidentes mais extremistas e contrários a Roma e de tudo quanto fosse de Roma ou tivesse qualquer ligação com ela.

Mas os fariseus, como os exclusivamente justos e os de mais elevada dignidade, eram os que tinham a maior hostilidade contra CRISTO, e assumiram a liderança nos conselhos e planos para destruí-Lo. E a fim de reali­zarem o seu propósito de levá-Lo à morte, precisavam da cooperação do poder secular, que era somente Roma. Portanto, com o objetivo de cumprir seu propósito contra JESUS, eles iriam passar por alto seu ódio a Roma, e utilizariam para seu propósito contra JESUS o próprio poder de Roma de que, por sua profissão, eram os oponentes e contesta­dores mais extremados.

O meio pelo qual superariam esse abismo até Roma para assegurar o poder secular era o de encontrar temas comuns junto aos herodianos. Os herodianos, sendo apenas menos opostos a JESUS do que eram os fariseus, estavam prontos para a aliança. Mediante essa aliança, o partido político estaria consoante com os fariseus, e a in­fluência e poder políticos daquele partido estaria sob o comando dos líderes eclesiásticos. Isso lhes asseguraria o emprego de força militar, de que deviam valer-se para realmente garantir seus declarados movimentos contra JESUS.

A aliança foi estabelecida, e a conspiração formada: “Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra Ele, em como Lhe tirariam a vida”. (Marcos 3:6). “Então, retirando-se os fariseus, con­sultaram entre si como O surpreenderiam em alguma palavra. E enviaram-Lhe discípulos juntamente com os herodianos”, “emissários que se fingiam de justos para verem se O apanhavam em alguma palavra, a fim de entregá-Lo à jurisdição e à autoridade do governador“. (Mateus 22:15,16; Lucas 20:20). E esse governador era o romano Pilatos.

Quando finalmente chegou o tempo, naquela terrível meia-noite no Getsêmani, quando Judas tinha em sua companhia “uma turba com espadas vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo”, Ele lhes foi entregue e preso.

Tendo-O sob o domínio, levaram-No a Anás primeiro. Anás remeteu-O a Caifás, e Caifás enviou-O a Pilatos, o governador romano. Pilatos O enviou a Herodes, o qual, “com os da sua guarda” reduziu-O a nada e dEle zombou, apresentando-O trajado numa vistosa vestimenta e remetendo-O a Pilatos novamente. E quando Pi­latos O quis libertar, eles emitiram sua nota política derradeira de lealdade a César e a Roma, mesmo acima da lealdade do próprio Pilatos a Roma. “Se soltas a Este, não és amigo de César; todo aquele que se faz rei é con­tra César”.

Pilatos apresentou este último apelo: “Hei de crucificar o vosso rei?”, somente para obter como resposta as expressivas palavras de seu final abandono de DEUS, e mais completa união com Roma. “Não temos rei, senão César” “Crucifica-O! Crucifica-O!” “Eles instavam com grandes gritos pedindo que fosse crucificado. E o seu clamor prevaleceu”.

Assim, o mais portentoso crime em toda a história do universo foi cometido, e isso foi tornado possível e cometido mediante a união do Estado e da igreja – a igreja em controle do poder secular, empregando esse poder para tornar eficaz sua ímpia vontade e propósito.

E esse terrível fato somente é suficiente para assegurar perpétua e infinita condenação, e lançar à eterna infâmia, todas as ligações semelhantes para sempre. Com tal registro na primeira oportunidade em que se deu, não é absolutamente estranho que essa mesma coisa de união de Estado e igreja – a igreja em controle do poder secular – deva ter provado e precise jamais provar a maior maldição aos homens e nações onde quer que seja acha­do em todo o tempo.

Assim, deveras fica inteiramente demonstrado que “o poder secular tem-se comprovado um dom satâ­nico para a igreja”.