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Estudos

Liberdade Religiosa no que Tange à Própria Igreja – Capítulo 4

Vimos que nenhum governo monárquico tem qualquer direito de impor alguma observância religiosa; e que, quando um poder desses o faz, o direito à individualidade na religião é supremo, e a palavra do monarca deve mudar.

Também descobrimos que nenhum governo em que a lei é suprema tem qualquer direito de acrescentar à legislação do reino qualquer estatuto, decreto ou provisão que abranja religião; e que quando tal coisa é feita, o direito da individualidade na religião permanece supremo, e a inocência perante DEUS, e a perfeita isenção de cul­pa perante o governo, a lei e a sociedade são achadas naquele que desrespeita tal lei.

Descobrimos que a igreja não tem direito de controlar o poder civil para a execução de sua vontade ou promoção de suas metas; e que quando o faz, uma conexão de máxima iniquidade é formada, somente um dom satânico está de posse de tal igreja, e o direito de individualidade em religião é ainda supremo e para ser livremen­te exercido.

Há ainda outra combinação por meio de que o domínio do homem em religião tem sido buscado; trata-se da própria igreja – a igreja no que se relaciona com sua membresia. E sobre esta, seja em princípio, em fatos de notável experiência, a Escritura não é menos explícita do que em qualquer outros dos exemplos oferecidos sobre este assunto.

Já se relatou como Israel, quando libertado do Egito, foi a primeira “igreja do deserto” e, posteriormente, na terra de Canaã; e que esse mesmo Israel nos dias de CRISTO sobre a Terra, conquanto em espírito e substância ficasse tão aquém do ideal divino para eles, contudo de fato era ainda a igreja em direta descendência.

A organização oficial dessa igreja era também ainda de fato a mesma em descendência direta. O sacerdó­cio – os principais dos sacerdotes e os sumo sacerdotes – em ordem e sucessão, eram a continuação direta na suces­são da ordem estabelecida pelo SENHOR mediante Moisés no deserto. O concílio oficial da igreja – o Sinédrio – era também em sua ideia e forma descendente dos setenta anciãos designados pelo SENHOR por intermédio de Moisés no deserto. Assim, nos dias de CRISTO sobre a Terra, a organização inteira de Israel – o sacerdócio e o grande con­cílio – era em forma e em fato diretamente descendente da organização divina estabelecida pelo SENHOR mediante Moisés no deserto; e era verdadeiramente a igreja descendente daquela no deserto.

Os apóstolos do SENHOR e os discípulos originais de JESUS eram todos, sem exceção, membros dessa igre­ja. Eles tomavam parte igualmente com outros nos serviços e cultos daquela igreja. Eles foram ao templo e para o templo, com todos os demais para adorar nas horas regulares; e ensinavam no templo. (Atos 2:46; 3:1; 5:12). E as pessoas alegravam-se de que assim fosse, e a aprovação de DEUS em grande medida estava sobre eles todos.

Mas aqueles apóstolos e discípulos haviam aprendido algo e conheciam a verdade divina de que os desta­cados da igreja não conheciam e não reconheceriam. E, sabendo isso, eles a iriam declarar. Portanto, pregavam a JESUS e a ressurreição, e a salvação mediante Ele, e de que não há outro meio – aquele mesmo JESUS sobre quem a ordem oficial e organização da igreja tinham “agora sido os traidores e homicidas”. Portanto, essa ordem e or­ganização oficial da igreja assumiam o ofício e prerrogativa de decidir que aqueles membros individuais da igreja não deviam pregar nem ensinar essa realidade que sabiam tratar-se da verdade.

Nesse sentido, os sacerdotes e as autoridades do templo prenderam a Pedro e João, pondo-os na prisão, quando tinham ido ao templo na hora da oração, e o homem paralítico tinha sido curado mediante fé no nome de JESUS, e Pedro havia pregado àquelas pessoas ali reunidas em admiração. Então, na manhã seguinte, toda a ordem e organização oficial da igreja – os dirigentes, os setenta anciãos, os escribas, os sacerdotes, e o sumo sacerdote – reuniram-se e convocaram a Pedro e João, colocando-os em seu meio, e indagaram-lhes com que auto­ridade tinham estado pregando: “Com que poder, ou em nome de quem fizestes isto?”

Então Pedro, “cheio do ESPÍRITO SANTO”, deu resposta. Todos na assembleia “admiraram-se” ante a ousa­dia daqueles dois meros membros iletrados da igreja na presença daquela oficial e augusta corporação; “reconhe­ceram que haviam eles estado com JESUS”. Pedro e João foram despedidos do conselho enquanto seus compo­nentes “consultavam entre si”.

Na sua conferência eles decidiram: “Ameacemo-los para não mais falarem neste nome a quem quer que seja”. Daí, chamaram a Pedro e João e “ordenaram-lhes que absolutamente não falassem nem ensinassem em o nome de JESUS”. Mas Pedro e João responderam imediatamente: “Julgai se é justo diante de DEUS ouvir-vos antes a vós outros do que a DEUS; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”. Nessa resposta tão prontamente dada, parecia àquela assembleia que aqueles homens comuns e iletra­dos membros da igreja realmente transmitiriam a impressão de que era possível para indivíduos tais como eles serem ensinados por DEUS, e aprender diretamente de DEUS, coisas que aquela assembleia inteira de elevados ofi­ciais e homens bem cultos da igreja desconheciam; e que não prestariam atenção alguma à ordem do conselho, mas iriam em frente a despeito de tudo que o conselho pudesse dizer ou fazer. E com bastante clareza, à vista do conselho tal curso de ação representaria somente que cada um responderia por si mesmo, uma independência indi­vidual que “subverteria toda ordem e autoridade”.

Que resposta, de pessoas como aquelas, a oficiais e a uma dignificada corporação como aquela; que res­posta de pessoas comuns àquela augusta assembleia; de membros individuais da igreja à assembleia regular daque­les que por décadas tinham sido os mais exaltados oficiais e ordem divinamente atribuídos à organização da igreja; não podia ser considerada por aqueles oficiais como algo menos do que presunção, e a destruição de toda ordem e organização na igreja.

Contudo, o conselho permitiu que se fossem ainda sob pesada ameaça de não deverem mais ensinar da­quele modo.

Tendo permissão de sair, Pedro e João foram fazer companhia e “lhes contaram quantas coisas lhes haviam dito os principais sacerdotes e os anciãos”. E todos os demais, em lugar de demonstrarem o menor res­peito ou temor, não só decididamente aprovaram o que Pedro e João haviam feito, mas ficaram muito alegres com aquilo que “unânimes” agradeceram e louvaram a DEUS, pedindo-Lhe que olhasse para as ameaças deles e lhes concedesse anunciar “com toda a intrepidez a Tua palavra”. E DEUS testemunhou a sua firmeza cristã, e “tre­meu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do ESPÍRITO SANTO, e, com intrepidez, anunciavam a palavra de DEUS”. “E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao SENHOR”.

Essa aberta desobediência à “autoridade” da igreja, essa ousada “desconsideração com a ordem e or­ganização estabelecidas” não podia ter permissão de prosseguir. Portanto, todos os apóstolos foram em seguida detidos e presos; “Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, a seita dos saduceus, tomaram-se de inveja, prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública”.

Mas eis que “à noite um anjo do SENHOR abriu as portas do cárcere e, conduzindo-os para fora, lhes disse: Ide e, apresentando-vos no templo, dizei ao povo todas as palavras desta Vida. Tendo ouvido isto, logo ao romper do dia, entraram no templo e ensinavam”.

Naquela mesma manhã, o sumo sacerdote e os que estavam com ele “convocaram o Sinédrio e todo o senado dos filhos de Israel, e mandaram buscá-los no cárcere” para que os apóstolos lhes fossem trazidos pe­rante eles para responderam por isso tudo: “insubordinação”, “apostasia” e “oposição ao trabalho organizado” da igreja. Os mensageiros retornaram e relataram que encontraram a prisão seguramente fechada e as sentinelas em seus postos, mas nenhum dos prisioneiros ali se encontrava. Mas, enquanto os membros do Sinédrio se maravi­lhavam sobre o significado daquilo tudo, veio alguém dizendo que os homens estavam “no templo, ensinando o povo”.

Oficiais foram enviados para prendê-los novamente e os levaram perante o Sinédrio. O sumo sacerdote perguntou-lhes: “Expressamente vos ordenamos que não ensinásseis nesse nome, contudo enchestes Jerusa­lém de vossa doutrina”.

Os apóstolos responderam como já o tinham feito: “Antes importa obedecer a DEUS do que aos ho­mens. O DEUS de nossos pais ressuscitou a JESUS, a quem vós matastes, pendurando-O num madeiro. DEUS, porém, com a sua destra, O exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o ESPÍRITO SANTO, que DEUS ou­torgou aos que Lhe obedecem”.

Diante dessa ousada persistência na proibida atitude, os membros do Sinédrio “queriam matá-los”. Entretanto, os membros desse conselho foram dissuadidos de tal ação extrema por Gamaliel. Não obstante, novamente os apóstolos foram convocados e “açoitaram-nos” e novamente ordenaram-lhes “que não falassem em o nome de JESUS”, soltando-os a seguir.

Os apóstolos partiram da presença do conselho. Mas, em lugar de se revelaram assustados ou subjugados pelo conselho, ou pelo que tinham feito, estavam todos somente contentes outra vez de terem sido considerados dignos de sofrer açoites ou quaisquer outras aflições da organização oficial da igreja por ensinarem o que viam e sabiam ser a verdade. E, não obstante serem os membros do Sinédrio os componentes da organização eclesiástica oficial que assim os havia tratado e repetidamente ordenado que não pregassem absolutamente as coisas que vi­nham tanto pregando quanto ensinando, “todos os dias no templo e de casa em casa”, não cessavam “de ensi­nar, e de pregar JESUS, o CRISTO”.

Assim, por claros fatos de notáveis experiências sob DEUS, está demonstrado que acima de toda a oficiali­dade do sacerdócio, conselho ou administração de qualquer igreja, o direito de individualidade na religião, na fé, e no ensino, permanece supremo. Por esse inquestionável relato escriturístico é demonstrado que nenhuma assembleia ou concílio de igreja tem qualquer autoridade ou direito de ordenar ou questionar qualquer homem, ou mes­mo a própria membresia da igreja no que respeita ao que deve ensinar ou pregar. (1)

 (1) No que se refere à conduta, em questões de “transgressão” ou “falta” de qualquer membro, instrução e direção divinas são dadas à igreja exatamente como proceder; e essa palavra deve ser fielmente seguida em letra e em espírito e com espírito de mansidão para “ganhar” e “restaurar” o indivíduo, nunca para julgar, condenar ou lançar fora. Mas, no que tange à , a igreja não tem instrução divina e, portanto, nenhum direito de procedimen­to – “não que tenhamos domínio sobre a vossa fé”; “Tens fé? Tende-a para ti mesmo diante de DEUS; ‘Olhando para JESUS, autor e consumador da fé'”.

Pelo registro inspirado neste caso é demonstrado que:

1. Tão certamente quanto no caso de Nabucodonosor e os três hebreus, é mostrado divinamente que nenhum monarca pode jamais ter direito de dar ordens a respeito de qualquer coisa que pertença à religião;

2. Tão certamente quanto no caso da lei e governo da Medo-Pérsia, é divinamente demonstrado que nenhum governo pode jamais ter o direito de estabelecer qualquer lei relativa à religião;

3. Tão certamente quanto no caso da igreja de Israel contra CRISTO, é divinamente demonstrado que nenhum oficialato de igreja pode jamais valer-se do poder civil para fazer vigorar sua vontade ou promover os seus intentos;

4. Tão certamente neste caso da igreja de Israel contra os apóstolos e discípulos do SENHOR, é tam­bém divinamente mostrado que nenhuma igreja, nenhum concílio, comissão ou outra corporação ou associ­ação de oficiais, ou outros, pode jamais ter o direito de ditar o que qualquer membro de sua própria comu­nhão qualquer coisa que tenha de ver com o que deve crer ou não crer, ou o que ensinará ou não ensinará.

Os quatro casos apresentados nas Escrituras são perfeitamente paralelos; em cada caso o poder que tenta­va o domínio na religião estava diretamente oposto e exposto pelo DEUS do céu, e assim foi divinamente mostrado estar absolutamente errado; e em cada caso o direito de individualidade em religião foi divinamente demonstrado estar eternamente certo.

Em cada um dos quatro casos, um distinto princípio está envolvido e é ilustrado: no quarto não menos do que em cada um dos três precedentes. Tão certamente quanto Nabucodonosor estava errado em exigir culto; tão certamente quanto a lei da Medo-Pérsia estava errada em proibir a adoração; tão certamente como a igreja de Israel estava errada em empregar o poder civil para executar sua vontade contra o SENHOR JESUS; tão certamente como essa mesma igreja estava errada em proibir qualquer membro da igreja de ensinar ou pregar a verdade que conhecia do SENHOR JESUS e pelo ESPÍRITO de DEUS.

E, no caso de Nabucodonosor, o princípio é que nenhum monarca pode legitimamente agir como aquele monarca; como no caso da lei dos medos e persas o princípio é que nenhuma lei pode jamais legitimamente ser semelhante àquela lei; como no caso da organização eclesiástica empregar o poder civil contra CRISTO, o princípio é que nenhuma igreja e nenhuma ordem ou organização eclesiástica pode jamais empregar o poder civil em qual­quer forma que seja; exatamente assim como no caso da igreja de Israel contra os apóstolos, o princípio é que nenhuma igreja, e nenhuma ordem eclesiástica, ou organização, ou corporação religiosa pode agir de modo seme­lhante ao da oficialidade daquela igreja.

Não; o conselho de Gamaliel àquela administração eclesiástica naquele dia estava certo e está perene­mente certo, e é a instrução divina para toda comissão, concílio, administração eclesiástica para sempre: “Deixai-os”. Se essa pregação ou esta obra procede de homens, perecerá; mas, se é de DEUS, nada que se faça poderá des­truí-la; e nesse caso, seja do modo como a queira destruir, descobrireis estar em luta contra DEUS somente. Esse aspecto está no domínio de DEUS. Está sujeito a Sua jurisdição somente. Deixai-o ali, e confiai Nele e servi-O por vós mesmos; e deixai os outros fazerem o mesmo segundo desejem.

Isso está também suficientemente claro como verdade evidente. Pois o ESPÍRITO SANTO é dado a cada indi­víduo para guiá-lo “em toda a verdade”. A verdade de DEUS é infinita e eterna. Portanto, será sempre verdade que há ainda uma infinidade e eternidade de verdade a que o cristão deve ser conduzido. Na natureza das coisas é impossível para qualquer outro senão o ESPÍRITO infinito e eterno guiar qualquer um para a ou na verdade de DEUS. Sendo assim, toda alma deve ser infinita e eternamente livre para ser guiada pelo infinito e eterno ESPÍRITO nessa infinitude e eternidade da verdade.

Dizer qualquer coisa mais do que isso é somente limitar a verdade de DEUS, e limitar o progresso da mente no conhecimento da verdade e de DEUS; e é colocar um freio sobre toda possibilidade de progresso. Imagi­nem a condição da humanidade e do mundo hoje se o princípio esposado por aquela igreja de Israel tivesse sido reconhecido e suas ordens obedecidas pelos apóstolos e discípulos do SENHOR! Mas a iniquidade máxima de dizer qualquer coisa mais do que isto é que reconhece, sanciona e estabelece um mero tribunal humano no lugar do ESPÍRITO eterno, e reveste um grupo de homens pecadores com a prerrogativa daquele infinito e eterno Espírito, como o guia para e em toda a verdade.

Contudo, tão claramente quanto tudo isso é na manifestação de sua verdade, é deploravelmente verdade que desde o encerramento do período apostólico até esta hora, não tem havido e não há agora uma única “or­ganização” eclesiástica ou denominação no mundo que não tenha esposado o idêntico princípio, tomado a mesma posição, e feito a mesma coisa, como fez a igreja judaica no caso dos apóstolos. E hoje não há deno­minação no mundo, inclusive a última que se tenha levantado, em que se reconheça em qualquer forma o direito da liberdade de cada membro individual da denominação ser dirigido pelo ESPÍRITO de DEUS na ver­dade e ao ensino e pregação da verdade que o oficialato denominacional não saiba ou prefira não defrontar. E quando qualquer membro é assim conduzido, e ensina, e prega a verdade que conhece pelo ESPÍRITO e Pala­vra de DEUS, imediatamente o oficialato denominacional se desperta, e seu maquinário é posto em ação, e no próprio espírito, e da mesma maneira, o oficialato e o maquinário da igreja judaica, ele é proibido de ensi­nar ou pregar naquele nome. E se, como fizeram os apóstolos, ele desconsidera tal ação e comando, e prefe­re não deixar de ensinar e pregar a JESUS na verdade e da maneira como conhece, então, como foram os apóstolos, é perseguido e expulso.(2)

(2) Eles o porão para fora das sinagogas; sim, virá o tempo que quem quer que vos matar pensa que está prestando a DEUS um serviço. (João 16:2).

E esta é precisamente e única causa de haver 365 ou mais denominações no mundo.

Mas não haverá nunca um fim para essa iniquidade? Chegará algum dia o tempo, ou nunca chegará, quando haverá entre os cristãos o reconhecimento do princípio fundamental cristão do direito de individualidade e liberdade na fé e na direção rumo à verdade divina? Chegará algum dia o tempo, ou nunca precisará chegar, quando haverá um grupo de cristãos no mundo que reconhecerá que o ESPÍRITO SANTO é o guia em toda a verdade, que reconhecerá o direito e a liberdade desse ESPÍRITO para conduzir, que reconhecerá o direito e a liberdade de cada cristão ser guiado em toda a verdade por esse ESPÍRITO da verdade, e que reconhecerá a liberdade de cada cristão sustentar, ensinar e pregar qualquer e toda verdade em que pelo ESPÍRITO da verdade ele possa ser conduzi­do?

Não é tempo que tal coisa deva confirmar-se? Não é tempo que o princípio cristão deva ser reconhecido, que tal condição deva prevalecer entre os cristãos? Mesmo o mundo tem aprendido o princípio de que o monarca e o autocrata devem reconhecer o pleno e perfeito direito de individualidade e liberdade em religião. Mesmo o mundo tem aprendido que a lei deve reconhecer o pleno e perfeito direito da individualidade e liberdade na religi­ão.

Mesmo o mundo tem aprendido que a igreja não deve controlar o poder civil para fazer com que prevale­ça a sua vontade, mas deve reconhecer o pleno e perfeito direito no campo da persuasão, e, portanto, reconhecer o livre e perfeito direito de individualidade e liberdade. E agora deve dar-se que a própria igreja jamais aprenderá que deve reconhecer o livre e perfeito direito de individualidade e liberdade em fé, no Espírito, e na verdade? Não é alto tempo para que a igreja cristã aprenda a reconhecer em sua perfeita genuinidade o princípio fundamental de sua própria origem e existência? E se deve dar-se que nenhuma denominação jamais aprenda ou reconheça este princípio fundamental de sua própria origem e existência, então não é duplamente alto tempo que os cristãos individuais reconheçam por toda parte e pratiquem constantemente esse princípio fundamental de sua própria origem e existência como cristãos, bem como o princípio fundamental da origem e existência da igreja cristã?

E assim haverá de ser. O DEUS da individualidade e liberdade não permitirá que o princípio e direito divino à individualidade e liberdade em fé e em verdade que ele tem operado tão maravilhosa e constantemente ao longo de todas essas eras para tornar claro e manter será para sempre combatido e oprimido, não reconhecido e mal representado pela igreja cristã e pelo povo cristão. Não, essa verdade, essa esplêndida verdade, que é a ver­dade fundamental e coroadora em e para a própria existência da igreja cristã e do próprio cristianismo – essa divina verdade ainda vencerá e manterá para sempre seu próprio divino lugar perante o mundo e na igreja. Àqueles que esposam esta verdade divina e fundamental da religião e igreja cristãs serão eles próprios agora e para sem­pre, como no início foram, a verdadeira igreja cristã no mundo, e comporão aquela “gloriosa igreja” que CRISTO, que Se entregou a Si mesmo pela igreja, “santificará e purificará com a lavagem de água pela pala­vra”, a fim de que por ocasião de Seu glorioso aparecimento” possa apresentá-la “a si mesmo uma igreja glo­riosa, sem mácula nem ruga nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito”.

Pois sobre essa história toda da igreja de Israel contra os apóstolos, prevalece com transcendente signifi­cado uma verdade que é digna da mais solene consideração por cada cristão. Esta verdade é:

Aquela que até esse tempo tinha sido a verdadeira igreja, chamada e preservada pelo SENHOR, então ali deixou de ser a verdadeira igreja inteiramente; e aquilo que essa igreja desprezou, e proibiu, e perseguiu, e ex­pulsou, tornou-se em si a verdadeira igreja.

E assim tem sido para sempre. (João 9:34-38).