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Estudos

Liberdade Religiosa Relacionada com Autocracia – Capítulo 1

INTRODUÇÃO

O DEUS da individualidade e da liberdade não permitirá que o princípio divino e direito à individualidade e liberdade na fé e na verdade, que Ele tem operado tão maravilhosa e constantemente ao longo desses séculos para tornar claro e manter, seja sempre combatido e rebaixado, deixado de ser reconhecido e sendo mal represen­tado pela igreja cristã e pelo povo cristão. Não, esta verdade, esta esplêndida verdade, que é a verdade fundamen­tal e coroadora na e para a própria existência da igreja cristã e do próprio cristianismo – essa divina verdade ven­cerá e assegurará para sempre o seu divino lugar perante o mundo e na igreja. Aqueles que esposam essa ver­dade fundamental e divina da religião e igreja cristã serão, eles próprios, agora e sempre, como foram no princípio, a verdadeira igreja cristã no mundo, e comporão aquela “igreja gloriosa” que CRISTO, que Se deu pela igreja, “santificará e purificará com a lavagem de água pela Palavra”, a fim de que por ocasião de Seu glorioso aparecimento “possa a apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito”.

Religião é “o dever que temos para com o nosso Criador e a maneira de dele nos desincumbir”.

Liberdade “é o estado de ser isento do domínio de outros, ou de circunstâncias limitadoras. Em ética e filosofia, o poder em qualquer agente racional de fazer suas escolhas e decidir por si mesmo sua conduta, espon­tânea e voluntariamente, de acordo com razões ou motivos”.

Liberdade Religiosa, portanto, é a isenção do homem da dominação por outros, ou de circunstâncias limitadoras; a liberdade do homem para fazer suas escolhas e decidir sua conduta por si mesmo, espontânea e voluntariamente; em seu dever para com o seu Criador, e no modo de desincumbir-se desse dever.

Uma vez que DEUS criou o homem, na natureza das coisas o primeiro de todos os relacionamentos é aquele que tem que ver com DEUS; e o primeiro de todos os deveres não poderia ser nada mais que o dever para com DEUS.

Suponha-se um tempo em que houvesse somente uma criatura inteligente no universo. Ele foi criado; e seu relacionamento para com o seu Criador, seu dever para com seu Criador, é o único que poderia possivelmente ser. Esse é o primeiro de todos os relacionamentos que possivelmente podem existir. Portanto, está escrito que “o primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o SENHOR nosso DEUS é o único SENHOR; amarás o SENHOR teu DEUS de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu espírito, e de toda a tua força”.

Tudo quanto há da parte de qualquer alma é, primeiro de tudo, devido a DEUS, pois tudo veio de DEUS. Este, portanto, é o primeiro de todos os mandamentos, não porque é o primeiro já concedido pela palavra falada ou escrita, mas porque é o primeiro que poderia possivelmente ser. E isso devido a ser a expressão do primeiro princípio da existência de qualquer criatura inteligente. O princípio lá estava, inerente à existência da primeira criatura inteligente, no primeiro momento de sua existência; e lá o princípio jaz eternamente, não modificado e sem dissipar-se.

Agora, conquanto esse seja o primeiro de todos os relacionamentos possíveis, e o primeiro de todos os deveres; conquanto esse relacionamento e dever sejam inerentes à própria existência das criaturas inteligentes, contudo, mesmo nessa obrigação inerente, DEUS criou toda criatura inteligente livre – livre para reconhecer tal obrigação ou não, livre para desincumbir-se desse dever ou não, como prefira.

Nesse aspecto, está escrito: “Escolhei hoje a quem servireis”. “Quem quiser, tome de graça da água da vida”. Assim, é absolutamente verdadeiro que em religião – no dever que temos a cumprir para com o Criador e o modo de desincumbir-nos dele – DEUS criou o homem inteiramente “isento do domínio de outros e de circunstân­cias limitadoras”; criou-o livre “para fazer sua escolha, e decidir sua conduta por si mesmo, espontânea e voluntariamente”. Assim, a liberdade religiosa é o dom de DEUS, inerente ao dom da própria existência racional.

Qualquer serviço a DEUS que não seja escolhido livremente por aquele que o presta não pode ser de DEUS, porque “DEUS é amor”. E amor e compulsão, amor e força, amor e opressão nunca podem caminhar juntos. Portanto, qualquer dever, qualquer obrigação, seja o que for oferecido ou prestado a DEUS que não proceda da própria livre escolha do indivíduo, não pode nem ser de DEUS, nem para DEUS. Nesse aspecto, quando o SENHOR criou qualquer de suas criaturas –anjo ou homem – a fim de que essa criatura pudesse ser feliz no serviço de DEUS, e a fim de que houvesse virtude em prestar serviço ou culto a DEUS, criou-a livre para escolher assim fazer. E isso é individualidade, e o divino direito dela.

DEUS criou o homem livre. Quando o homem pelo pecado foi separado dessa liberdade e a perdeu, CRISTO veio para restaurá-lo plenamente a ela. O caminho de DEUS e de CRISTO, portanto, é o da liberdade. E a obra de DEUS mediante CRISTO com a humanidade em toda a história do mundo tem sido tornar claro esse caminho para dar ao homem a absoluta segurança dessa “liberdade de alma” que é a única verdadeira liberdade. Aquele a quem o Filho torna livre, é verdadeiramente livre.

Nas Escrituras são dadas distinta e claramente seis lições específicas sobre esse tema de liberdade religio­sa – a liberdade da alma individual contra o domínio do homem e combinações de homens nos poderes do mundo. Cada uma dessas lições trata do assunto sobre um princípio distinto e específico. E as seis lições, tomadas jun­tas, cobrem completamente toda a extensão de cada princípio.

Propomos agora atacar para estudo especial essas seis lições separadamente e em sucessão como dadas nas Escrituras. A luta pela liberdade religiosa não está ainda concluída. A liberdade religiosa completa não é re­conhecida ainda, mesmo em princípio, e muito menos na prática, até mesmo pela massa de cristãos, como é tor­nado perfeitamente claro nas Escrituras.

Vinde, pois, estudemos para que possamos ter completa liberdade religio­sa, em princípio e em experiência, como constam nas Escrituras da verdade.

LIBERDADE RELIGIOSA RELACIONADA COM AUTOCRACIA

Na natureza das coisas não há lugar legal para a dominação de outros na vida e nos negócios da alma da pessoa individual. Isso é peculiar e supremamente do domínio de DEUS somente, que criou o homem à Sua própria imagem e para a Sua própria glória; e foi Ele quem criou cada pessoa individual e pessoalmente responsável a qual somente tem que a Ele dar contas.

Contudo, o homem, pecador e rebelde, nunca esteve disposto a permitir que DEUS tivesse o Seu lugar em e com a alma do homem individual. Mas tem sempre sido ambicioso e pronto para reivindicar esse lugar para si mesmo, e por todos os meios e instrumentalidades possíveis para tornar essa reivindicação efetiva. A própria his­tória, no que se refere aos princípios gerais, e não a detalhes, dificilmente seria algo mais do que uma sucessão de tentativas na maior escala possível de tornar bem sucedida essa arrogante reivindicação do homem pecador e re­belde pôr-se no lugar de DEUS para dominar as almas dos homens. E nenhuma demonstração maior de que há uma divindade empenhada intensamente em moldar o destino da humanidade poderia jamais ser requerida ou dada do que desde o tempo de Abel até agora é dada na permanente e heroica asserção e manutenção dessa perfeita li­berdade da alma individual pela pessoa individual contra as sutis pretensões e poderosas combinações de força e poder que este mundo poderia possivelmente arquitetar. De Ninrode para Nabucodonosor e de Nabucodonosor até agora o curso e energia do império têm sido inclinado e exercido para esta única coisa. E, ao longo de todo esse tempo, indivíduos tão magníficos como Abraão, José, Moisés, Daniel e seus três irmãos, Paulo, Wycliff, Huss, Militz, Matthias, Conrado, Jerônimo, Lutero, Roger Williams e multidões de nomes não lembrados, e acima de todos JESUS CRISTO, por divina fé têm sublimemente permanecido sós com DEUS, absolutamente sós no que concer­ne ao homem, pela individualidade e, nessa, a liberdade da alma do homem, e pela soberania de DEUS somente em e acima do território da alma.

O Império de Babilônia abrangia o mundo civilizado, como era então o mundo. Nabucodonosor foi mo­narca e governante absoluto do império. “Tu, ó rei, rei de reis, a quem o DEUS do céu conferiu o reino, o po­der, a força e a glória; a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves dos céus, para que dominasses sobre todos eles”. (Daniel 2:37 e 38).

Em Seu próprio propósito providencial, DEUS havia feito todas as nações sujeitas ao domínio do Rei Nabu­codonosor de Babilônia. (Jeremias 27:1-13). Na forma e sistema do governo de Babilônia, a autoridade do rei era absoluta. Sua palavra era lei. Nesse absolutismo de soberania, o Rei Nabucodonosor presumia ser o soberano das almas, bem como dos corpos, da vida religiosa, bem como da conduta civil, daqueles que eram sujeitos ao seu poder. E uma vez que era o governante das nações, seria regente na religião, e da religião das nações.

Nesse sentido, ele fez uma grande imagem, toda de ouro, com cerca de trinta metros de altura e três de largura, e “levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia”. Então convocou das províncias todos os oficiais do império para a dedicação e culto da grande imagem de ouro. Todos os oficiais vieram, e reunidos pos­taram-se diante da imagem.

“Nisto o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós outros, ó povos, nações e homens de todas as línguas: No momento em que ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles, e de toda sorte de música, vos prostrareis, e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabuco­donosor levantou. Qualquer que se não prostrar e não a adorar, será no mesmo instante lançado na forna­lha de fogo ardente”. E quando os instrumentos musicais soassem o grande sinal para a adoração, todas as “na­ções e homens de todas as línguas” se prostraram para adorar a imagem de ouro. (Daniel 3:4-6).

Todavia, na assembleia havia três jovens hebreus que tinham sido levados cativos de Jerusalém para Babilô­nia, mas que haviam sido designados pelos oficiais do rei sobre os negócios da província de Babilônia. Esses nem se inclinavam nem adoravam, ou doutro modo prestavam qualquer atenção particular ao que se passava.

Isso foi observado e despertou acusação perante o rei. “Há uns homens judeus, que tu constituíste sobre os negócios da província de Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; estes homens, ó rei, não fizeram caso de ti, a teus deuses não servem, nem adoram a imagem de ouro que levantaste”. (Daniel 3:12).

Então o rei “irado e furioso” ordenou que os três jovens fossem trazidos perante ele. Isso foi feito. O próprio rei agora lhes falou direta e pessoalmente: “É verdade, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a imagem de ouro que levantei?” O próprio rei então repetiu a ordem de que ao som dos instrumentos de todo tipo de música eles se baixassem e adorassem, caso contrário seriam “no mesmo instante lançados na fornalha de fogo ardente”.

Mas os jovens responderam tranquilamente: “Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso DEUS, a quem servimos, quer livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste”. (Daniel 3:16-18).

A questão estava agora claramente estabelecida. O soberano da maior potência mundial havia pessoal­mente expressado a sua ordem diretamente aos três indivíduos; e deles havia recebido resposta declarada de que não se conformariam.

Aquela era uma conduta, e aquelas eram palavras tais como o rei em seu absolutismo de poder jamais tinha deparado. Havia, portanto, um ressentimento pessoal, bem como oficial, nele despertado; e estava tão irado que ficou “transtornado o aspecto do seu rosto” contra os jovens, e ordenou que a fornalha fosse aquecida sete vezes mais do que o costumeiro; e que “os homens mais poderosos que estavam no seu exército” amarrassem os jovens e os lançassem no meio da fornalha ardente.

Assim foi feito. E os três homens, “foram atados com os seus mantos, suas túnicas e chapéus, e suas outras roupas… caíram atados dentro da fornalha sobremaneira acesa”. Mas foi então que o rei ficou mais assustado do que nunca ficara na vida, e “se levantou depressa” gritando aos seus conselheiros: “Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo?”

Eles lhe asseguraram que isso era verdade. Entretanto, ele continuou: “Vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses”.

Então o rei aproximou-se da entrada da fornalha e chamou os homens por seus nomes, dizendo: “Servos do DEUS Altíssimo, saí e vinde!” Eles, então, “saíram do meio do fogo. Ajuntaram-se os sátrapas, os prefei­tos, os governadores e conselheiros do rei, e viram que o fogo não teve poder algum sobre os corpos destes homens; nem foram chamuscados os cabelos da sua cabeça, nem os seus mantos se mudaram, nem cheiro de fogo passara sobre eles”.

“Falou Nabucodonosor, e disse: Bendito seja o DEUS de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que en­viou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão só seu DEUS”.

Aqui, pois, está a situação: O SENHOR havia trazido todas as nações em sujeição ao rei de Babilônia. Pelas mensagens de Seu próprio profeta Ele havia ordenado a Seu povo, os judeus, e àqueles três jovens entre eles, a servirem “ao rei de Babilônia”. Contudo, os três haviam explicitamente recusado servir ao rei de Babilônia na­quele pormenor que Ele próprio pessoal e diretamente lhes ordenara; e nessa recusa, o SENHOR mesmo havia muito significativamente permanecido do lado deles livrando-os.

Portanto, seria impossível demonstrar mais claramente que o SENHOR, ao ordenar o povo a sujeitar-se ao rei de Babilônia para servi-lo, jamais havia ordenado ou intencionado que devessem sujeitar-se a ele para servi-lo no campo da religião.

Por essa indiscutível aprovação da atitude dos três homens, e espetacular libertação deles, o SENHOR tor­nou perfeitamente claro ao rei que sua ordem nessa questão estava errada; que havia requerido um culto que não tinha o direito de exigir; que, ao torná-lo rei das nações, o SENHOR não o havia tornado rei na religião do povo; que, ao conduzi-lo à liderança das nações, povos e línguas, DEUS não lhe havia dado ser líder da religião mesmo de um único indivíduo; que, conquanto o SENHOR houvesse trazido todas as nações e povos sob o jugo do rei quanto a seu serviço político e físico, esse mesmo SENHOR havia indiscutivelmente demonstrado ao rei que não lhe havia confe­rido poder nem jurisdição de qualquer maneira que fosse quanto ao serviço de suas almas; que, conquanto em to­das as coisas entre nação e nação, e entre homem e homem, todos os povos, nações e línguas haviam-lhe sido dadas para servi-lo e DEUS o havia tornado governante sobre eles todos, contudo o rei não podia ter nada a ver com as relações entre cada homem e DEUS; e que na presença dos direitos da pessoa individual, em consciência e culto “a palavra do rei” deve mudar, o decreto do rei é nulo; que nisso mesmo o rei do mundo é apenas um nin­guém, pois aqui somente DEUS é soberano e tudo em todos.

E para a instrução de todos os reis e todos os povos para sempre, tudo isso foi feito naquele dia, e foi escrito para nossa admoestação, a quem os fins dos tempos são chegados.