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Estudos

4. Sai Dela Povo Meu – Ampliando o Entendimento Através de Daniel 7

O capítulo 7 de Daniel, nos revela a mesma seqüência de reinos que vimos no capítulo dois, mas, neste capítulo, Deus faz uso de animais como símbolos para representarem esses reinos, aumentando as características de cada um. Mostra-nos também o estabelecimento de um poder, que surge juntamente com os reinos que dividem o último império de abrangência mundial, e que possui características diferentes por subordinar esses reinos divididos, e também por perseguir aos que não se submetem à imposição de suas doutrinas.

Vemos também Deus abrindo livros e estabelecendo um tribunal, e Jesus recebendo com glória o reinado eterno sobre todos os homens.

TRANSCRIÇÃO DO CAPÍTULO 7 DE DANIEL:

Título: O sonho sobre os quatro animais

1- “No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito: escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas.

2- Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande.

3- Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.

4- O primeiro era como o leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem; e lhe foi dada mente de homem.

5- Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas, e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne.

6- Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.

7- Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres.

8- Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência.

9- Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente.

10- Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou- se o tribunal, e se abriram os livros.

11- Então, estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado.

12- Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo.

13- Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.

14- Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.

15- Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

16- Cheguei-me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas:

17- Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.

18- Mas os santos do altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade.

19- Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava;

20- E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros.

21- Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles,

22- até que veio o Ancião de dias e fez justiça aos santos do Altíssimo, e veio o tempo em que os santos possuíram o reino.

23- Então ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.

24- Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá à três reis.

25- Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhes serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade dum tempo.

26- Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até o fim.

27- O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.

28- Aqui, terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu rosto se empalideceu; mas guardei estas coisas no coração”.

Vamos analisar este capítulo verso a verso.

Verso 1: “No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito, escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas.”

Esta profecia foi dada alguns anos após a revelação da estátua, pois Belsazar, que estava reinando na Babilônia quando Daniel teve esta visão, era neto de Nabucodonosor. Na Bíblia está descrito como sendo filho, mas deve ser entendido como neto, pois era comum na época o uso do mesmo termo, tanto para filho quanto para neto. A seqüência dos últimos três monarcas do império babilônico é: Nabucodonosor pai, Nabonido filho e Belsazar neto. Estes dois últimos foram co-regentes.

Verso 2: “Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande.”

Lembramos que a própria Bíblia traz a chave de seus significados proféticos. Os livros proféticos são formados, na maioria, por colagens de símbolos já utilizados. Por exemplo: O estudioso Taylor G. Bunch comenta que no livro do Apocalipse, dos 404 versos existentes, 276 são citações já encontradas em outras partes da Bíblia.

Ventos, em linguagem profética, significam guerras, combates, conquistas. O significado profético de ventos encontramos em Jeremias 49:36 e 37 – “Trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro ângulos do céu e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá país aonde não venham os fugitivos de Elão. Farei tremer a Elão diante de seus inimigos e diante dos que procuram a sua morte; farei vir sobre os elamitas o mal, o brasume da Minha ira, diz o Senhor; e enviarei

após eles a espada, até que venha a consumi-los.”

Águas, mar, em profecias, significam povos, nações, multidões. Isto nos é confirmado em Apocalipse 17:15-”As águas que viste, são povos, multidões, nações e línguas.”

Sabendo que ventos significam guerras, e que águas representam povos, concluímos que Daniel neste verso, vê que haveriam muitas guerras e conquistas na região da maior concentração de povos daquela época. Se considerarmos a possibilidade de o Mar Mediterrâneo ser descrito na profecia como “mar grande”, podemos interpretar que haveriam muitas guerras e conquistas entre os povos daquela região.

Verso 3: “Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiram do mar.”

Animais em profecia representam reinos. É o que nos informa o verso 17 deste mesmo capítulo: “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.”Estes quatro reinos se formaram na região da grande concentração de povos daquela época.

Verso 4: “O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem, e lhe foi dada mente de homem.”

No capítulo 2 vimos que a cabeça de ouro da estátua simbolizava Nabucodonosor rei da Babilônia.

Neste capítulo, um leão alado simboliza o grande império da Babilônia. O leão é o rei dos animais, e bem representa o poderio alcançado pelo Império Babilônico no período em que reinava Nabucodonosor.

Sabemos pela história e pela arqueologia que os pórticos e as muralhas da capital do império, a exuberante Babilônia, eram adornados com esculturas e desenhos de leões.

“… e tinha asas de águia.” A extensão e grandiosidade desse reino é representado pelas asas de águia. Asas em profecia tem o significado de território, área de abrangência de um domínio; e isso pode ser confirmado em São Mateus 23:37 que diz: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” Deus retirou o seu povo escolhido do Egito e os conduziu a um território especialmente separado para eles, onde

estariam sob o seu domínio e proteção, sob suas asas.

O livro de Rute, no capítulo 2, também nos dá a entender que asas significam território, ou área de abrangência: Rute 2: 11 e 12 – “Respondeu Boaz e lhe disse: Bem me contaram tudo quanto fizeste a tua sogra, depois da morte de teu marido, e como deixaste a teu pai, e a tua mãe, e a terra onde nasceste e vieste para um povo que dantes não conhecias.

O Senhor retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio”. Rute deixou a sua terra natal para morar em Israel ,refugiando-se num território

sob domínio do Senhor Deus.

A capital do império, Babilônia, a cidade dos jardins suspensos, localizava- se numa região denominada de Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates, quase ao centro de uma faixa de terra, com aproximadamente, mil quilômetros de largura, que se estende do mar Mediterrâneo ao Golfo Pérsico. Ao norte da capital se encontrava o grande reino da Lídia, e ao sul, o rico reino do Egito. Muitos outros povos habitavam essas duas vastas regiões, que eram abrangidas pelo poder do império babilônico, tomando, no mapa político, o formato de duas grandes asas.

Nabucodonosor deu à civilização mesopotâmica um breve período de grandiosidade, porém, no reinado do seu sucessor, seu neto Belsazar, as duas vastas regiões dominadas pelo Império Babilônico foram-lhe tomadas pelos medo-persas, justamente assim como Daniel viu na visão: “…enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas.”

Daniel ainda viu mais: “…foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem.” Perdeu o domínio sobre o seu território ao ser levantado da terra e, de quatro patas firmes de um leão, transformou-se em dois pés cambaleantes de homem. Durante um grande banquete, realizado por Belsazar dentro dos palácios de Babilônia, os seus inimigos, os medo-persas, invadiram a cidade, conquistando definitivamente o grandioso império.

Conclui o texto: “…e lhe foi dada mente de homem.” A cabeça de ouro desse império foi realmente Nabucodonosor. Com ele Babilônia alcançou o seu auge. Já o seu sucessor, o rei Belsazar, esqueceu-se do que Deus havia feito por seu avô. Daniel 5:18,22 e 23 – “Ó rei ! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o reino e grandeza, glória e majestade. Tu, Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o coração, ainda que sabias tudo isto. E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu, e os teus grandes, e as tuas mulheres, e as tuas concubinas bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.”

Por desonrar a Deus, deixando-se levar pela “mente de homem,” numa noite de orgias, foi morto Belsazar por seus inimigos, e seu reino passou aos medo-persas.

(Você pode ler esta triste história, “A escritura na parede”, em Daniel capítulo 5.)

Verso 5: “Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne.”

Na revelação da estátua, no capítulo 2, o peito de prata representava o surgimento de um reino inferior em riquezas. Depois do ouro veio a prata. O rico Império Babilônico foi conquistado pelos medo – persas, representados neste capítulo pelo urso. Ciro, conquistador persa, em 549a.C. submeteu

o último rei independente dos medos criando assim um reino unido, a Medo – Pérsia.

A descrição de um urso “…o qual se levantou sobre um dos seus lados”, é pelo fato dos persas terem sido mais poderosos que os medos. Um lado mais forte que o outro.

“na boca, entre os dentes, trazia três costelas”.

As três costelas entre os seus dentes simbolizam os três maiores reinos conquistados: Egito, Lídia, e por último Babilônia.

“…e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne.” Significa: “conquiste muitos povos”. Os medo – persas conquistaram muitos povos, e por cerca de 208 anos, de539 a331 a.C., indianos, medos, babilônios, gregos, judeus, fenícios e egípcios foram pela primeira vez governados por um único império.

Verso 6: “Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças e foi-lhe dado domínio.”

Com a rapidez e a agilidade de um leopardo o conquistador grego Alexandre Magno, em menos de uma década, construiu o seu império.

Em331 a.C. venceu a Medo-Pérsia estabelecendo definitivamente o que foi o terceiro reino revelado no mistério da estátua: o “Reino de Bronze”.

“…e tinha nas costas quatro asas de ave.”

Alexandre morreu aos 33 anos, logo no início do estabelecimento de seu reino, o Império Grego. Seus descendentes foram todos mortos e após algumas disputas internas o império Grego foi dividido em quatro regiões. Asas, como já vimos, simbolizam território ou área de abrangência de um poder. Assim, as quatro asas representam os quatros territórios que ficaram sob comando grego.

“tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.”

Cabeça tem o significado de indivíduo que comanda, administra ou governa. Veremos mais detidamente essa relação entre cabeça de animal e pessoa que governa ao analisarmos o capítulo 17 do Apocalipse.

Quatro dos principais generais de Alexandre (Ptolomeu, Seleuco, Lisímaco e Cassandro) ficaram governando cada divisão do império.

As quatro cabeças representam esses quatro generais. Ptolomeu assumiu o controle da região mais rica do império que ficava no Egito; Seleuco assumiu a região da Síria que se estendia do Afeganistão ao Mediterrâneo, Lisímaco dominou a Trácia e a Bitínia; Cassandro dominou a Macedônia e a Grécia. O domínio grego durou por cerca de 163 anos. As quatro cabeças nos informam, também, que esse império dividido em quatro sempre teria quatro reis. Um soberano para cada região.

Podemos afirmar sem dúvidas, que o leopardo é usado profeticamente para representar o Império Grego, pela rapidez e agilidade com que Alexandre o formou, e que as quatro asas nesse leopardo representam os quatro territórios em que foi dividido esse império. As quatro cabeças representam os quatro governantes e os sucessores de cada um, que administraram as quatro regiões que o formavam.

Verso 7 : “Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaço, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres.”

Foi num crescendo que durante séculos formou-se o que se chamou de Império Romano.

No ano168 a.C., na batalha de Pidna, o domínio mundial passou definitivamente dos gregos para os romanos. Esse império, representado na estátua do sonho de Nabucodonosor pela parte mais longa, as pernas de ferro, foi também o mais longo e durou desde168 a.C. até o ano 476 d.C.

O quarto animal que Daniel vê é:

“terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro”.

Note que o ferro aparece nas duas descrições a respeito desse reino: no capítulo 2, como sendo as pernas de ferro da estátua, e aqui no capítulo 7, como tendo dentes de ferro.

O Império Romano foi realmente o mais forte e terrível dos quatro. Um forte poderio militar associado à uma boa economia, e um rígido governo imperial, tornaram esse reino terrível e espantoso. O ferro bem representa a dureza com que Roma Imperial governou!

…ele devorava, e fazia em pedaço, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele”.

Realmente este império fazia em pedaços e pisava aos pés, pois foi o mais cruel, devorador e sanguinário em suas conquistas. Os romanos agiam com muita severidade sobre os povos conquistados e por meio do terror os subjugavam!

“… tinha dez chifres”. A história nos mostra que esse reino forte como ferro, no decorrer dos séculos foi se enfraquecendo e perdendo territórios para as tribos bárbaras. Os dez chifres que aparecem nesse animal são os dez povos bárbaros que surgem do próprio Império: germanos, ostrogodos, visigodos, francos, vândalos, suevos, burgúndios, hérulos, anglosaxões e lombardos, que tomaram o Império Romano, formando os reinos divididos de hoje. Chifres significam reis e reinos e nos é confirmado em Daniel 8:21 e 22-”O chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; o ter sido quebrado levantando-se quatro (chifres) em lugar dele significa que quatro reinos se levantarão deste povo.”

Verso 8: “Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência.”

Sabemos pela história que o Império Romano, pela negligência dos imperadores ocidentais, foi deixado a mercê das hordas bárbaras, e com a mudança da capital do império, de Roma para Constantinopla o ocidente ficou sendo governado pelo ascendente poder da igreja cristã. Das ruínas do decadente Império Romano surgiu esse poder “político-religioso”: A Igreja Católica Apostólica Romana.

Para o definitivo domínio papal, três nações arianas, Hérulos, Vândalos e Ostrogodos, que eram consideradas hereges, foram destruídas por meio de diplomacia e guerras. No ano de 493 d.C. os Hérulos foram derrotados; em 533d.C. os Vândalos, e em 538 d.C. os Ostrogodos. A partir de então, o papado tomou o cetro diante do qual imperadores e reis da Europa se prostraram em reverência durante vários séculos. Tamanho era o poder dos papas que eram eles que coroavam os reis, já que eles se consideravam coroados por Deus.

“…neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência”. Sem dúvida, o chifre pequeno diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados é o reino do papado. O Vaticano sempre teve olhos através de sua diplomacia secreta e sempre agiu com atrevimento e ousadia, saindo da boca desse sistema político religioso muitas palavras insolentes.

Verso 9: “Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o ancião de dias se assentou, sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã, o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente.”

Um novo quadro se apresenta na visão de Daniel. Vê que foram postos tronos, e o Ancião de dias se assentou. A vestimenta branca como neve e cabelos como pura lã demonstram a pureza de Deus e o fulgor do seu trono descritos como chamas de fogo!

Verso 10: “Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele, assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.”

O rio de fogo que emana e sai de Deus revela o poder e a glória que está diante dele. O número de milhares e de miríades é para nós incontável. São os que o servem, e estão diante dele quando se instala o tribunal. Os livros estão abertos e o mundo está sendo julgado.

Verso 11: “Então, estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado.”

Como vimos anteriormente, este chifre representa Roma papal, e neste verso, Daniel continua olhando, preocupado com o atrevimento e a ousadia (insolente) deste poder.

“…estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito.”

            O animal em questão é o quarto, terrível, com dentes de ferro que representa o Império Romano. Bem como está descrito neste verso, Roma Imperial foi aos pouco sendo desfeita aos pedaços. Com as invasões das tribos bárbaras, o império foi destruído e o seu território dividido.

“ …e entregue para ser queimado.”

Os bárbaros, nas suas conquistas, invadiam as cidades romanas desprotegidas pelo enfraquecimento das famosas legiões, saqueando e incendiando-as. Átila, rei dos Hunos, em 452 d.C. invadiu a Itália destruindo várias cidades entre elas Milão, que foi totalmente destruída e queimada.

O Império Romano foi o último dos quatro reinos de domínio mundial, e a partir de então,passamos a ter reinos divididos.

Verso 12: “Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo.”

Ao descrever: “quanto aos outros animais”, está se referindo aos

 verna. e as características o três primeiros, o leão, o urso e o leopardo. Estes animais, como já vimos, representam os Impérios Babilônico, Medo-Persa e Grego, e o versículo diz que lhes foi tirado o domínio mas que lhes é dado prolongação de vida por um prazo e um tempo.

Se o Império Romano foi morto e desfeito, era de se entender que os três anteriores também deveriam ser considerados desfeitos. Acontece porém, que ocorre de fato uma prolongação de vida, e isto veremos ao estudar o capítulo 13 do Apocalipse.

Este verso 12 é de grande importância, por isso pedimos que o guarde bem em sua mente. Logo o retomaremos.

Verso 13: “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.” A cena que se segue, vista por Daniel, é Jesus Cristo sobre as nuvens do céu, dirigindo-se a Deus, fazendo-se anunciar pelos santos anjos.

Verso 14: “Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.”

Foi dado a Jesus domínio, glória e reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem, e o seu domínio é domínio eterno, que não passará e o seu reino jamais será destruído!

Este verso tem paralelismo com a pedra caindo nos pés de barro e ferro, na estátua do sonho de Nabucodonosor. Lá vimos que essa pedra representa Jesus, voltando do céu, nos dias desses reinos divididos, para “…suscitar um reino que não será jamais destruído.”Daniel 2:44.

Verso 15: “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

Verso 16: “Cheguei-me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas.”

Daniel descreveu o seu estado de espírito pois não havia compreendido a visão, e pergunta a verdade acerca de tudo o que viu. O anjo passa a narrar dando a interpretação:

Verso 17: “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra”.

Verso 18: “Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade.”

O anjo declara que os quatro animais são quatro reinos (Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma imperial) que se sucederiam na terra, mas que os justos de Jesus Cristo receberiam um reino eterno.

Verso 19: “Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava.”

Verso 20: “E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros.”

Verso 21: “Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles.”

Verso 22: “Até que veio o Ancião de dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino.”

Nestes quatro versos, Daniel declara o seu desejo em conhecer o significado da seqüência dos fatos que ele vê em visão: do quarto animal terrível com dez chifres na cabeça, do outro chifre que subiu e que derrubou três, e que tinha olhos e boca que falava com insolência e que era mais poderoso que os demais. Queria saber também o significado da guerra que esse chifre empreendia contra os santos e que durava até a vinda do Ancião de dias, que vem para fazer justiça, e os seus santos possuírem o reino eterno.

Verso 23: “Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.”

Neste verso, o anjo dá início à revelação do desejo de Daniel em saber a interpretação do significado desse quarto animal.

Ao estudarmos o verso 7 vimos que esse quarto animal representa o Império Romano ou seja, Roma imperial, e pela história sabemos quão devastador, perverso e sanguinário foi o seu domínio.

Verso 24: “Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino, e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.”

Neste verso o anjo relata a Daniel, o que aconteceria no futuro, afirmando que os dez chifres, como já vimos, simbolizavam dez reinos (dez tribos bárbaras) que se levantariam daquele mesmo reino (de Roma imperial), e que depois se formaria outro reino que seria diferente, e que derrotaria três dos dez reinos anteriores.

“… se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros.”

Este reino seria diferente de todos os que lhe antecederam, por ser formado de um poder político-religioso. Seus governantes seriam, ao mesmo tempo, chefes de estado e chefes de igreja.

Verso 25: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”

Ao deixar que lhe confiram dignidade suprema, exaltando-se como se fosse Deus, chamando-se vigário ( substituto ) de Deus na terra e, mais ainda, dizendo-se infalível ( não sei se o leitor sabe, mas um dos dogmas da Igreja Católica é a infalibilidade papal), está assim esse poder, o papado, proferindo palavras contra o Altíssimo.

Desse poder Paulo previu: II Tessalonicenses 2:4 – “o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”.

“…magoará os santos do Altíssimo.” Atualmente, autoridades católicas tentam amainar o que chamam de “erros do passado”, pedindo perdão. Cruzadas, massacres, perseguições, “santas” inquisições, e os milhares de mártires não tiram do poder de Roma Papal o papel de magoadores dos santos do Altíssimo.

“…e cuidará em mudar os tempos e a lei:” No livro de Êxodo, no capítulo 20, estão descritos os dez mandamentos de Deus. Moisés fez duas tábuas de pedra como Deus lhe havia pedido, subiu no monte Sinai, e lá, o próprio Deus escreveu numa das tábuas de pedra os quatro mandamentos referentes ao amor para com Ele, e na outra tábua os seis mandamentos referentes ao amor para com o próximo.

1A Tábua ( Êxodo 20:3 a11):

1 – “Não terás outros deuses diante de mim.

2 – Não farás para ti imagens de esculturas, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.

3 – Não tomarás o nome do Senhor, o teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

4 – Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.

2A Tábua (Êxodo 20:12 a17) :

5 – “Honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus te dá.

6 – Não matarás.

7 – Não adulterarás.

8 – Não furtarás .

9 – Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10 – Não cobiçaras a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher

do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo”.

Compare agora com os mandamentos da Igreja Católica descritos no catecismo, e veja como mudaram o dia de adoração a Deus de Sábado para Domingo, e também, como tiraram o mandamento que proíbe a adoração de ídolos, dividindo o último em dois, para formar dez mandamentos.

1 – Amar a Deus sobre todas as coisas.

2 – Não tomar seu santo nome em vão.

3 – Guardar o Domingo e festas de guarda.

4 – Honrar pai e mãe.

5 – Não matar.

6 – Não pecar contra a castidade.

7 – Não furtar.

8 – Não levantar falso testemunho.

9 – Não desejar a mulher do próximo.

10 – Não cobiçar as coisas alheias.

(Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, Edições Loyola-2005, página 135)

Como tiraram da lei o segundo mandamento que proíbe fazer imagens de escultura, tiveram que dividir o último mandamento em dois para obterem dez.

Na página 137 do Catecismo vemos a importância que a Igreja Católica dá aos dez mandamentos:

Lemos na questão de número 438: “Que importância dá a Igreja ao Decálogo?”

Resposta: “Fiel à Escritura ao exemplo de Jesus, a igreja reconhece no Decálogo uma importância e um significado primordiais. Os cristãos são obrigados a observá-lo.”

Se a Igreja Católica considera importante e de significado primordial o Decálogo, por que então alterou os 10 mandamentos? Vale aqui ressaltar que as Bíblias Católicas trazem os mandamentos corretos. Pelo Catecismo ensinam o erro e, infelizmente, como quase nenhum católico tem o hábito de estudar a Bíblia, mantém-se o engano.

Já estava com séculos de antecedência profetizado: “…cuidará em mudar os tempos e a lei.”

Analisemos agora a última parte do verso 25: “…e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos, e metade de um tempo.”

Todos os estudiosos bíblicos concordam que essa expressão se refere a três anos e meio, ou seja:

Um tempo = 360 dias= 1ano

Dois tempos = 720 dias =2 anos

Metade de um tempo = 180 dias=1/2 ano

1260 dias = 3 anos e meio

Em profecia, um dia é igual a um ano. Podemos confirmar esta simbologia em:

Ezequiel 4:7 – “Quarenta dias te dei, cada dia por um ano .”

Números 14:34 – “Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.”

Transformando um tempo, dois tempos, e metade de um tempo em três anos e meio, ou seja 1260 dias proféticos, teremos 1260 anos.

No ano 538 d.C. o poder religioso Romano derrotou o último dos três reinos bárbaros hereges, e neste mesmo ano um decreto de Justiniano investiu o bispo de Roma como o chefe supremo de todas as igrejas. Começou nesta data a supremacia papal, e durou até 1798 quando o general francês Louis Alexandre Berthier, enviado por Napoleão, aprisionou o papa Pio VI.

1798 – 538 = 1260. Cumpriram-se os 1260 anos em que foram perseguidos, torturados e mortos os chamados hereges, aqueles que ousavam não se curvar às leis e doutrinas de homens, impostas pela Santa Sé da Igreja Católica. Os santos lhes foram entregues nas mãos! É impressionante a exatidão da profecia Bíblica.

Verso 26 : “Mas depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até o fim.”

Esse poder político-religioso perderá o domínio, e será com certeza destruído!

Verso 27: “O reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.”

O tribunal já está assentado e o julgamento já começou. A volta de Jesus Cristo é iminente. Vejamos o que Jesus disse em São Mateus 24:29 – “Logo em seguida à tribulação daqueles dias (à tribulação dos 1260 anos), o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.

Os 1260 anos da perseguição papal terminaram em 1798, porém, 25 anos antes a perseguição havia cessado quase que totalmente. Em 19 de maio de 1780 ocorreu o misterioso e até agora inexplicável fenômeno “o dia escuro”. Pelas 8 horas da manhã daquele 19 de maio, um denso negror encobriu o sol, deixando aquele dia mais escuro do que uma noite sem estrelas e sem lua. Pouco antes do anoitecer daquele dia, o sol apareceu por alguns instantes, ainda bem obscurecido, e a lua cheia surgiu vermelha como sangue.

Em 1833, na noite do dia 13 de novembro, uma chuva de meteoros como nunca antes ocorrera atravessou a madrugada até ao alvorecer. A noite ficou clara, tão intenso era o fenômeno! (Massachusetts Spay, ou Oráculo Americano da Liberdade)

Assim sendo, cumpriram-se as profecias de Jesus escritas por São

Mateus e as do profeta Joel escritas 2.500 anos antes, como vemos em Joel

2:31 – “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que

venha o grande e terrível dia do Senhor.”

Estamos vivendo, em nossos dias, a parte da profecia que diz : “e os poderes dos céus serão abalados.”

Nunca antes tivemos fenômenos climáticos tão exacerbados, furacões, vendavais, granizos provocando tremendas catástrofes. E estes sinais se intensificarão.

Está agora para se cumprir a volta de Jesus, como descrevem os versos 30 e 31 de São Mateus 24:

“Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.

E ele enviará os seus anjos, com grande clamor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.”

Quer você participar deste povo do Altíssimo?

Verso 28: “Aqui, terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu rosto empalideceu; mas guardei estas coisas no coração.”

Com este verso se encerra o capítulo 7 de Daniel, e podemos afirmar que essas profecias são realmente muito perturbadoras. Você deve estar se perguntando: Será que é isso mesmo?

Faça como Daniel, guarde-as no seu coração, e prossiga conosco em busca de mais conhecimento no livro do Apocalipse. Ao estudarmos o último livro da Bíblia, o livro da revelação (já que apocalipse significa revelação), veremos, com mais detalhes, cumprimentos proféticos do que Deus revelou, dando-nos conclusões lógicas e sem margens de erro do momento histórico em que vivemos, proporcionando a todos a oportunidade de escolha.